domingo, 15 de julho de 2018

Ateísmo ou politeísmo?



A grande batalha filosófica da raça humana não reside na falta de fé, mas na fé direcionada a deuses que não são deuses. Não é falta de fé, mas fé colocada em coisas erradas.

Nos registros da Bíblia vemos que Deus não desafia o povo a crer, nem a desenvolver qualquer sistema de fé e crer em alguma coisa, mas constantemente está exortando o povo a crer nele. A questão não era crer em qualquer Deus, para não ser ateu, mas colocar a confiança nele, como único Deus e Senhor. Portanto, a batalha não era contra o ateísmo, mas o politeísmo. Não é a ausência de Deus, mas o excesso de deuses.

Quando Abraão é desafiado a sair de Ur dos Caldeus, para a terra que Deus lhe mostraria, não faltavam deuses na Mesopotâmia, mas Deus pede exclusividade de Abraão, ele teria que abandonar os falsos deuses de seus pais e da sua cultura. No Egito, onde o povo ficou 430 anos, havia uma proliferação de deuses, mas Deus queria que Israel entendesse que Ele era o único Deus. No Livro da Lei, o povo recebeu a mensagem da exclusividade do Deus de Israel: “Ouve, oh Israel. O Senhor nosso Deus é o único Senhor; só a ele adorarás, só a ele darás culto”. Este é o Shemah hebraico,  isto é, o ponto central da teologia judaica. Ao escrever os Dez Mandamentos na tábua da Lei, o primeiro mandamento era: “Não terás outros deuses diante de mim”. A ordem de Deus não era que o povo judeu cresse em um deus qualquer, mas que sequer permitissem que outro deus ocupasse o lugar do verdadeiro Deus, ou fosse trazido à sua presença. Quando o povo de Deus conquistou Canaã, Deus constantemente exorta o povo a abandonar os deuses da terra: Dentre eles Moloque, Astarote e os Baalins.

O grande desafio ainda hoje é discernir entre o Deus verdadeiro e os falsos deuses ou ídolos, que exigem nossa adoração. Pensamos em ídolos como objetos sagrados encontrados nos templos a quem os homens dirigem suas orações, mas na verdade, desenvolvemos deuses sofisticados, a quem construímos altares e estamos dispostos a fazer qualquer coisa e até mesmo morrer por eles, sem nos darmos conta de como a idolatria dominou o nosso coração.

Para avaliar se você tem outros deuses diante dos quais você se curva, pergunte a si mesmo: “O que eu amo, temo, confio e desejo mais que a Deus?” Estas quatro perguntas podem desmascarar falsos ídolos. Seja sincero. Você vai se surpreender ao perceber que quem tem sido o centro de sua vida não é Deus, mas coisas, são os substitutos de Deus. Sua confiança e desejo estão colocados neles e você busca sentido e significado neles.

Precisamos ridicularizar os falsos deuses da ciência, dos recursos, do dinheiro, da reputação, do poder, ou pessoas, que se tornam o centro de nossa vida e nelas confiamos e tememos, mais que a Deus. Falsos deuses são como água do mar. Se você estiver sedento, resista a tentação de bebê-la, porque ela trará ainda mais sede, o enlouquecerá e o matará rapidamente. Ídolos dão falsa sensação de alívio, mas ainda são ídolos.

Remédios nem sempre bem usados...



A maioria das famílias tem histórias diferentes para o mau uso de remédios, a minha não é diferente, a começar com uma tia destrambelhada, que depois de ter esquecido de dar o remédio de pressão para sua mãe, dobrou a dose no dia seguinte para compensar a falha anterior. Não é difícil imaginar o resultado...

Meu pai tinha a mania de reutilizar recipientes de novalgina, um remédio popular para tratamento de dores,  para colocar nele óleo de uso industrial. Ele justificava seu ato afirmando que era prático para usar nas peças de carro que ele mesmo tentava consertar e lubrificar as juntas das máquinas. Um dia, porém, esqueceu do que tinha feito, e com dor de cabeça à noite, pegou o vidro de remédio cheio de óleo e o diluiu colocando 30 gotas num copo de água. Depois de descobrir o que havia feito, ainda fazia brincadeiras dizendo: “a dor de cabeça não melhorou, mas ficou tudo lubrificado por dentro”.

Um dia saímos para visitar um senhor idoso, recuperando-se de uma cirurgia e ao chegarmos em sua casa, ele mostrou o remédio dizendo que era muito ruim, de gosto extremamente amargo, e minha esposa, curiosa, resolveu ler a bula. Qual não foi a surpresa ao descobrir que o remédio deveria ser pingado no ouvido, ao invés de ser tomado via oral. Ele mesmo tratou de fazer chacota de sua gafe: “Por isto é que descobri que quando abria a boca eu sempre ouvia melhor...”

Todos estes relatos servem para mostrar que é possível tomar remédios e ficar mais doente, não apenas quando ocorre a auto medicação, como também quando usamos errado o remédio certo. Isto sem contar as errôneas prescrições com diagnósticos errados. Muitos adoecem mais depois que começam a tomar remédios, porque a medicação não está correta.

A Bíblia afirma que “o coração alegre serve de bom remédio, mas o espírito abatido secará os ossos” (Pv 17.22). Muitas pessoas movidas por culpa, apalpando nas trevas, engolem qualquer coisa que vem à mão. Muitos, acreditando ter achado o remédio certo, até se sentem melhor temporariamente, adoecendo mais gravemente no futuro, porque estão tomando remédios errados.

Alguns afirmam: “Se tomarmos o remédio com fé, funciona!” Isto não é verdade. Não é suficiente ter fé, para curar a enfermidade Precisamos do remédio certo! A pior doença da raça humana é o pecado que só pode ser tratado com o perdão que é dado por Jesus. “O sangue de Jesus, o Filho de Deus, nos purifica de todo pecado”. Remédio certo para a decadente condição da alma humana, traz cura, restauração e alegria.

Sua fé é importante?


Numa recente entrevista feita com os estudantes da Harvard University, fizeram uma pesquisa sobre religiosidade e espiritualidade e obtiveram as seguintes respostas:
Ateísmo     21%
Agnosticismo      21%
Cristianismo       35%
Islamismo 1%
Hinduísmo  3%
Budismo    2%
Judaísmo   10%
Outros               10%
Dois dados chamam a atenção nesta pesquisa:
Primeiro, a diferença fundamental entre ateísmo e agnosticismo. Poucas pessoas atentam para a discrepância entre os dois pontos de vista, mas eles são importantes: O ateu é a pessoa que não admite a ideia de um Deus, nem mesmo de um ser superior ou uma energia pessoal. Para este grupo, Deus simplesmente não existe. Ele são “a-theos”, isto é ”não-há-Deus”. O agnóstico admite a possibilidade da existência de um ser superior, que pode ter diferentes nomes ou categorias, mas que isto não faz diferença para a realidade humana, porque tais “deuses” ou forças não influenciam em nada a ordem da natureza, o cosmos, ou a vida individual de cada um. O número de ateus nesta pesquisa é o mesmo dos agnósticos.
O outro dado importante é que, num país considerado cristão, o número de pessoas que se declara cristão é menor do que a soma dos ateus e agnósticos, que juntos chegam a 42%. Isto é um alerta: embora estes dados sejam específicos de uma universidade plural e que recebe estudantes do mundo inteiro, é possível entender como o cristianismo, a religião dominante, perde sistematicamente seu espaço nas universidades.
Outra estatística, é igualmente relevante: “Quão importante é a religião para sua vida?” e a resposta foi: Nenhuma 49%; Um pouco, 29% e muito, 22%. Isto nos aponta em outra direção: O fato das pessoas professarem uma religião não significa que tal religião seja importante para suas vidas. Na verdade, apenas 22% consideram muito importante, e, para a maioria, a religião não importa nada.
Fica então uma pergunta para nossa reflexão, e devemos ser sinceros na nossa auto-análise: “Quão importante é a espiritualidade, religião ou fé para nossa vida?’ Se descobríssemos hoje que o conceito de Deus nada mais é que uma vaga utopia, que diferença isto faria para o nosso dia a dia?  

Fraudes


Uma das maiores fraudes da história foi gerada por Doug Bower e Dave Chorley, fazendeiros ingleses que desenvolveram o fenômeno conhecido como agroglifos, formações de tamanho considerável criadas por meio do achatamento de uma cultura de cereal ou capim. Muitas destas marcas eram complexas, levando os ufólogos a afirmarem serem de origem alienígena, mas na verdade foram desenvolvidas com o uso de ferramentas simples como uma prancha de madeira, corda e um boné de beisebol equipado com um laço de arame para fazerem as linhas retas. Estes dois homens vieram a público se auto denunciar e se auto proclamar de “brincalhões”. Atualmente estas técnicas tem sido usadas no mundo inteiro, e alguns já tiveram até que pagar por danos materiais que causaram a propriedades alheias.

Fraudes, equívocos bem intencionados e coincidências são as explicações mais comuns para eventos ligados a acontecimentos sobrenaturais. Em geral, alguém tira vantagem destas situações. Em 1869, William Newell alegou que havia encontrado os restos petrificados de um gigante em sua fazenda em Nova Iorque. Uma estátua conhecida como o Gigante de Cardiff, se tornaria a maior fraude de toda história dos Estados Unidos. Hull conseguiu um grande bloco de uma rocha de Gipsita, embarcou-a para Chicago, onde contratou Edward Burghardt para esculpir uma estátua como se estivesse numa tumba. Ele fez um gigante de 3 metros, com um pé de 53 cm, e depois de pronta, derramou ácido no gesso para dar um aspecto envelhecido. Hull a trouxe para Nova Iorque, e a sepultou em Cardiff, nas redondezas de Syracuse, onde foi descoberta na abertura “acidental” de um poço.

A notícia se espalhou por toda região e as pessoas começaram a visitar o gigante, tendo que pagar 50 centavos para passar 15 minutos apreciando-o e todos achavam que a narrativa era verdadeira. A farsa foi denunciada e a verdade conhecida, mas até hoje, esta escultura ainda pode ser vista no Farmer’s Museum em Cooperstown, N.Y. e pertence ao New York Historical Association.

Alguns casos, porém, surgem eventos surpreendentes. Robert Morgan escreveu um romance de ficção em 1898 chamado Futility, quatorze anos antes da partida do Titanic, que contava a história do maior e mais grandioso navio de passageiros existente até então, que zarpou de Southampton em sua viagem inaugural para ser dividido ao meio por um iceberg, e cujos passageiros, ricos e famosos, acabaram morrendo em sua grande maioria no gelado Atlântico Norte, devido a falta de botes salva-vidas, O nome do navio, ironicamente era Titan.
Isto nos leva a pensar que o falso não anula o verdadeiro. Apesar de fraudes, enganos e trapaças por toda a parte, precisamos aprender a julgar todas as coisas e a reter o que é bom. Não dá para jogar fora o bebê com a água suja da bacia.

Perseverança



Quem nunca se sentiu desestimulado, com vontade de jogar a toalha e desistir de tudo? Alguns anos atrás, soube do caso de um homem casado, nos seus trinta anos e morando em Brasília, que desapareceu de casa e a família ficou desesperada sem ter qualquer notícia sua. Nestas horas, naturalmente, todos pensamos o pior e  um acidente, sequestro ou morte, ocupam o primeiro lugar na lista das possibilidades. A policia foi notificada, visitaram hospitais UTIs e IMLs e depois de cinco dias de procura aflitiva, descobriram que num momento de desatino, ele havia pego um ônibus para o nordeste e estava numa fazenda distante de tudo e todos.
Não é fácil perseverar, continuar na luta, terminar bem a corrida que nos é proposta.
Robert Clinton, professor numa universidade na Califórnia, fez um exaustivo estudo dos líderes da Bíblia e conclui que 2/3 terminaram mal a sua biografia. Entre os lideres que terminaram em crise podemos enumerar Saul, Davi e Salomão.
O problema é que o que conta, no final das contas, não é como você começa, e sim como você termina. A vida é uma maratona, e não uma corrida de cem metros rasos, e a perseverança é fundamental. Não adianta apresentar uma boa performance no inicio da corrida, se não perseverarmos.
É fácil encontrar pessoas desistindo. Muitas vezes o cansaço, frustrações, desapontamentos, impaciência ou até mesmo preguiça e negligência podem nos levar a querer desistir. Por isto, centenas de projetos são iniciados e ficam inconclusos, às vezes “projetos” com graves impactos, como o casamento, a vida espiritual ou a formação de um filho. A inconstância pode se tornar um grande adversário e nos dominar, ainda mais quando se trata de uma geração que busca o prazer, e o alegado e tantas vezes superficial argumento de que “tenho direito de ser feliz”.
Sempre encontraremos boas razões para desistir e parar, principalmente se isto faz parte de nossa personalidade. Quando surgem os desafios, enfrentamentos, oposição e situações desconfortáveis ou que exijam algum sacrifício, sempre parece ser mais fácil abandonar a corrida e desistir.
Pessoas perseverantes, por outro lado, estão comprometidas em concluir seus desafios, porque não olham apenas as circunstâncias imediatas, mas conseguem ter uma visão a longo prazo, não buscam bodes expiatórios nem desculpas para desistir, pelo contrário, prosseguem confiantes na longa jornada que precisam concluir.


A tentação de tomar atalhos, de fugir dos desafios, de adiar e procrastinar, de abandonar compromissos, estará sempre diante de nós, mas a perseverança nos capacitará a entender que o que conta não é como se começa a corrida, mas como ela é concluída.

Futebol e Fé


Religião e o futebol estão entre as maiores paixões do povo brasileiro por isso vemos constantemente pessoas apegadas aos seus santinhos, terços, ou ajoelhadas, invocando a presença de Deus (ou dos deuses), para que seu time seja vitorioso numa partida decisiva.
A religião também está presente nos gramados, entre jogadores e técnicos. Recentemente, todo o time do Panamá, mesmo depois de ter sido derrotado pela Bélgica, se ajoelhou em círculo no centro do gramado e juntos oraram numa profunda manifestação de fé. A surpreendente vitória do México sobre a Alemanha, teve aguçados componentes religiosos, já que uma mística mexicana, teria “benzido” individualmente todos os jogadores antes da partida, e esta teria sido a causa de saírem vitoriosos.
As pessoas rogam a seus orixás e deuses, na esperança de terem mérito religioso suficiente para obterem a vitória. Mesmo aqueles que declaram não terem vínculos com religião alguma, nutrem certa dose de superstição, afinal, “muitos são ateus, graças a Deus”. O brasileiro é um povo de fé, que acredita no poder divino, reza e confia que terá seu pedido atendido, por isto se apega à religião na esperança de que seu time seja o vitorioso. Muitos jogadores atribuem suas vitórias a Deus e enfatizam o papel do divino em suas atuações.
Certamente Deus não pode ser ignorado em nenhuma área de nossas vidas, mas é importante notar que, ao contrário do que afirma o canal Sport TV, “somos todos campeões”, a verdade é que nem todos vencerão. Prefiro a assertiva bíblica: “Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis”.
Vale a pena lembrar a famosa frase atribuída a João Saldanha: “Se macumba ganhasse jogo, futebol na Bahia terminaria sempre empatado”.
O grande prêmio e a grande vitória não serão encontradas nos gramados da vida e nas conquistas temporais. Esta é a percepção de Paulo, o grande apóstolo da fé cristã, “Um atleta faz todo sacrifício só para obter uma coroa que não dura muito, porém, nós o fazemos para obter uma coroa que dura para sempre”.  
Todos torcemos pela seleção e por mais uma conquista mundial, mas a grande conquista ultrapassa a euforia, a agitação e o sentido nacionalista superficial que aflora nestes dias de bandeiras nacionais e camisas verde-amarelas. 

sexta-feira, 29 de junho de 2018

O problema é velho!

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Afirma-se que a geração atual é marcada pela angustia, depressão e falta de esperança. Rollo May chegou a afirmar que a doença do Século XX era a ansiedade. Diariamente temos que lidar com a, tristeza, desesperança, insegurança e medo, entretanto, homens e mulheres do passado enfrentaram os mesmos problemas na alma.
Famílias de hoje tem sido marcadas pela ganância, disputa, competitividade, abuso verbal e violência. Lar é lugar de cura mas de contradição e ambiguidade, de neuroses e enfermidades, mas é bom lembrar que a primeira família que existiu na face da terra, tinha só quatro membros, não tinha disputa de herança e ainda assim um irmão matou o outro.
O problema não são os tempos modernos, mas o coração antigo. Não é sem razão que Jesus fala de novo nascimento e os profetas afirmam que Deus tiraria de nós o coração de pedra (insensível, duro, intocável) e nos daria um coração de carne (marcado pela sensibilidade, afetividade e ternura). Quão simbólicas são estas imagens...
Um texto publicado em 1555, por John of Landsberg, intitulado “Uma carta de Jesus àqueles que o amam”, mostra como o problema da raça humana (no geral), e o meu (específico), não é nada novo. O problema é velho! Preste atenção no conteúdo, e não se esqueça da data em que foi escrita:

“Uma coisa da qual eu gostaria de adverti-lo de forma especial é sua constante tendência ao desânimo e frustração, pois você se desespera ao perceber o peso de suas faltas e que suas firmes resoluções em fazer as coisas de forma diferente redundaram em nada. Eu conheço o seu humor quando você se assenta sozinho, ou se levanta infeliz em um puro estado de tristeza. Você não se move em minha direção, mas desenvolve um sentimento de que tudo o que você fez, todo o seu esforço redundou em perda e esquecimento. Este sentimento que se confunde com o desespero e com a auto- piedade na verdade é uma forma de orgulho. Você fundamentou-se numa forma de segurança que o levou à queda, por você confiar na sua força e habilidade. Profunda depressão e perplexidade de mente frequentemente seguem a perda da esperança, e isto decorre do fato de você se firmar em coisas que não aconteceram como você esperava e queria. Na verdade, eu não quero que você ponha sua confiança nas suas forças, habilidades e planos, pelo contrário, quero que você desconfie destas coisas e de você mesmo, e ponha a sua confiança em mim, e nada mais. Quanto mais você confiar em você, mais se tornará escravizado entristecido. Você ainda tem uma lição mais importante para aprender: Sua confiança própria não o ajudará a se manter firme. Você está se firmando num pé quebrado. Você não deve perder a esperança em mim. Você precisa esperar e confiar em mim, absolutamente. Minha misericórdia é infinita”.



O problema do coração humano é antigo. A solução só pode ser encontrada num transplante cardíaco como apontaram os profetas, ou no Novo Nascimento, uma obra do Espírito de Deus em nosso coração, mudando assim nosso DNA, propenso ao pessimismo e à tristeza.