sexta-feira, 15 de julho de 2022

Proteja sua mente


 

 

Davi foi um homem muito usado por Deus para compor belíssimos Salmos.

 

No Sl 140.7 Davi glorifica a Deus por algo maravilhoso que Deus fizera em sua vida: “Tu me protegeste a cabeça no dia da batalha.”

 

Davi era guerreiro e sabia muito bem o o que significava ser atingido na cabeça num campo de guerra. Uma espada, uma flecha ou qualquer objeto batido na fronte do inimigo era fatal, por isto guerreiros usavam capacetes para proteger esta área sensível do corpo quando iam às batalhas.

 

Precisamos estar com nossa mente protegida. Não podemos nos descuidar. Um pensamento, um sentimento, um comentário maldoso acerca de nós no dia em que se travam as mais duras lutas, pode ser fatal. Muitos caem porque a mente é atingida de forma mortal. Não protegeram seus pensamentos no dia da batalha.

 

Paulo nos ensina a usar “o capacete da salvação” para vencer o inimigo (Ef 6.17). O propósito é claro. A mente é o campo no qual satanás atinge mortalmente os filhos de Deus. Quando passam por tristezas e grandes tribulações, um dos primeiros pensamentos que nos vem é de que não somos realmente filhos de Deus. Afinal, se ele permite que soframos tanto, então não devemos ser amados dEle. Nossa mente pode ser atingida mortalmente quando tais pensamentos dominam nossa mente.

 

Satanás usou esta estratégia com Jesus, questionando seu relacionamento com o Pai. “Se és Filho de Deus...” Ele não obteve sucesso porque a mente de Jesus estava protegida, ele não permitiu que esta suspeita entrasse em seu coração e não duvidou de sua relação de amor com o Pai. A mesma arma foi usada em Adão e Eva, e eles não conseguiram se defender. Tiveram dúvidas e falharam.

 

Se hoje é dia de paz para você – prepara-te para a guerra! Não permita que sua mente fique desprotegida e assim se torne alvo fácil do inimigo no dia da batalha. Nossa mente é um campo de guerra. Dentro de nós é que os pensamentos, emoções, vontade e percepções agem para nossa vitória ou derrota.

 

Nossa mente precisa estar protegida!

 

Rev. Samuel Vieira

 

Você me deve!

 


 

Nossos relacionamentos são geralmente pautados por duas atitudes diametralmente opostas: A primeira e mais comum é a de achar que os outros nos devem alguma coisa. A segunda, é a de gratidão: Sou devedor a muitos.

 

Quando acreditamos que as pessoas nos devem, nossos relacionamentos são pautados pela tirania, vitimismo, expectativa e cobrança; afinal, os outros precisam nos respeitar; nosso “currículo e reputação” demandam uma atitude de certa reverência para conosco. Os outros precisam admirar e apreciar toda nossa conquista e bondade. Temos o sentimento de que merecemos aplausos.

 

O resultado neste tipo de atitude sempre será frustração, desapontamento, solidão, depressão e raiva. As pessoas geralmente não têm a mesma visão que temos de nós mesmos e a não ser que dependam de nós, não nos considerarão assim tão valiosos quanto julgamos que somos. A depressão associada à raiva pode vir e assim nos transformamos em vítimas, mau humorados e ressentidos.

 

Na segunda atitude, a de gratidão, enxergamos a vida com outra ótica. Reconhecemos como temos sido agraciados, quanta generosidade recebemos, quantas pessoas nos ajudaram de forma bondosa e nos trataram com honra que não acreditamos ser dela merecedores. Muitos suportaram nosso mau humor, cuidaram de nós em tempos de aflição, abriram portas e oportunidades para nossas vidas. Ser grato muda completamente a visão de mundo, e aprendemos a apreciar corretamente tudo o que graciosamente recebemos.

 

Naturalmente, é muito mais fácil dizer: “Você me deve!” E assim esperar retribuição dos outros do que dizer: “Eu lhe devo!” Sempre temos a impressão de que nossos esforços não são correspondidos, que merecemos mais do que recebemos. Também temos esta mesma atitude diante de Deus. É fácil achar que Deus nos deve, que merecemos mais, que ele não deveria permitir que passássemos por tantas lutas, aflições e sofrimento.

 

A outra forma de nos aproximarmos de Deus é percebendo o quanto ele nos tem abençoado. As Escrituras Sagradas chamam isso de “Graça!” Um favor não merecido. Recebemos de Deus aquilo que não merecemos. A esposa de Jó tinha a primeira visão: “Veja o que você tem recebido! Amaldiçoa a Deus e morra!”. Jó contudo afirma: “Temos recebido o bem, não poderíamos também receber o mal?”

 

Nossa percepção de vida muda radicalmente quando paramos de olhar as pessoas e Deus como quem nos deve algo, e olhamos a vida, as pessoas e Deus, com gratidão. Tudo o que recebemos é graça! Ninguém nos deve nada!

 

Escolha suas brigas!

 


 

Todos os povos possuem ditados e provérbios peculiares a uma específica cultura. Um dos mais conhecidos entre os povos de língua inglesa é o seguinte: “Pick your fights!” que literalmente significa: “Escolha as suas brigas!” O que eles querem dizer com isto?

 

Muitas vezes entramos em brigas que não valem a pena. Isto acontece muito a nível pessoal: “Será que vale a pena brigar por isto? Isto é tão relevante? Deveria ocupar meu tempo? Eu realmente preciso dispender energia, tempo e esforço nesta disputa?” Acontece a nível dos relacionamentos. Maridos e mulheres são rápidos em transformar pequenas disputas em grandes conflitos. Será que não seria mais prudente ignorar tais diferenças e caminhar sem ter que brigar tanto?

 

Algumas pessoas são do tipo icônico do “Zangado”, da conhecida fábula dos sete anões. Tratam tudo na ótica da bronca, estão sempre mau humoradas, prontas para a desavença e briga. Certo homem ao chegar de mudança para uma cidade do interior, foi alertado sobre um conhecido briguento. Então, ele o evitava a todo custo. Mas um dia, ao passar perto dele, aquele homem pisou no seu pé, e ele nada disse. Vendo que o outro não brigava, ele o interpelou dizendo: “Pisei no seu pé!” E mais uma vez para evitar briga, ele respondeu: “Não pisou, não!” E o valentão voou pra cima dele gritando: “Está me chamando de mentiroso?”

 

Quantas vezes nos envolvemos em brigas inúteis e desnecessárias. Brigamos por causa de um louco que faz uma ultrapassagem agressiva, com o garçom que não trouxe a comida que temos em mente, explodimos de raiva e fúria contra um balconista ou telefonista que não tem como resolver uma determinada situação porque não está autorizada àquela operação. Brigamos e esbravejamos. Esta é uma briga realmente necessária? Será que não há outros canais onde possamos solucionar melhor o dilema, sem termos que nos envolver em grandes desavenças?

 

Em geral nossa ira está muito voltada para situações nas quais nossa reputação está em xeque. Mas não nos iramos diante da injustiça contra o pobre, contra a opressão e contra o mal. Nossa ira é muito sentimental, e tem pouco a ver com a luta por direito e justiça. Jesus explodiu em uma única situação, contra os vendedores do templo, e o que estava em jogo era a glória de Deus. “Tirai daqui estas coisas; não façais da casa de meu Pai casa de negócio.”

 

Escolha as suas brigas. Existem coisas pelas quais devemos lutar e defender. Bandeiras que valem a pena serem levantadas, mas não brigue por tudo, nem por causas pequenas e desnecessárias. Aprenda a olhar com simpatia e misericórdia até mesmo pessoas que não achamos tão simpáticas e misericordiosas. Brigue bem, por algo que valha a pena. Não é interessante brigar todo tempo, com todo mundo, em toda situação. Não vale a pena meter a mão em caixa de abelhas. Escolha bem suas brigas

A vida não é um acidente!

 


 

A maior questão da vida humana tem a ver com o sentido para o qual ela foi feita. O Dr. Hugo Moorhead, professor de filosofia na Northeastern Illinois University escreveu para 250 dos mais conhecidos filósofos, cientistas e intelectuais do mundo perguntando: Qual o significado da vida? As respostas foram as mais variadas, e ele as publicou posteriormente num livro. Alguns admitiram que criaram para si um propósito, outros afirmaram honestamente que não tinham a menor ideia do que seria, e alguns ainda pediram que, caso o Dr. Moorhead descobrisse, enviasse a resposta para eles.

 

A verdade é que muitos veem a vida na perspectiva da geração espontânea de Darwin. A vida simplesmente aconteceu em encontros casuais de moléculas. Outros imaginam a vida como um amontoado de átomos e outros ainda mais pessimistas acreditam que seu nascimento foi apenas um erro ou um infortúnio. Certo rapaz deprimido me disse que sua vida parecia um acidente entre dois acidentes: Não sabia porque vivia, não sabia de onde vinha nem para onde ia.

 

Bertrand Russel, conhecido filósofo ateu disse certa vez: “A menos que se admita a existência de deus, a questão que se refere ao propósito para a vida não tem sentido.”

 

A resposta cristã a esta questão se encontra em Deus. O homem foi criado por Deus, para cumprir um propósito que ele tinha em mente. Antes de sermos concebidos por nossos pais, ele pensava em nós. Ele nos fez exatamente como ele queria, escolhendo o dia do seu nascimento. Ele planejou tudo para seu propósito. Nós somos obra de arte de Deus, como se expressou Paulo em Ef. 2.10. “Pois somos poema de Deus, criados em Cristo para as boas obras.” Deus nada faz por acaso e nunca comete erros e nem age de forma aleatória.

 

O universo como um todo demonstra que tudo foi criado de forma perfeita e harmônica, embora ele tenha se desviado do objetivo inicial de Deus. O homem se separou de Deus e resolveu construir sua história com a marcada da competição, cobiça, ganância, inveja e busca pelo poder. Apesar de todos os desencontros, você já parou para pensar em como tudo funciona harmoniosamente no cosmos? Como funciona o ciclo das marés, as estações, as chuvas, o frio? Como a natureza possui força de adaptabilidade e ordem? Não é difícil perceber este perfeito design no universo. A vida flui.

 

Ora, tudo isto tem profunda implicação na sua vida pessoal. Você foi criado como objeto especial do amor de Deus, para cumprir uma função na história. Deus o fez para amar e ser amado. Se não houvesse um Deus, o resultado seria caótico, nada além do encontro cego de átomos e moléculas, co-existindo acidentalmente. Descobrir este significado e propósito, é a coisa mais importante para dar sentido à existência. Você é quem você é por uma razão, que pode ser discernida em Deus. Como afirmou Jean Paul Sartre: “Nenhum ponto finito tem sentido se não estiver conectado com um ponto infinito.” E olha que Sartre era ateu, mas mesmo marcado com suas dúvidas, reconhecia que a vida precisa ter sim, um significado, para valer a pena.

 

 

As mais importantes questões da vida

 



 

No Livro “Bons líderes fazem grandes perguntas”, John C. Maxwell afirma que se quisermos ser bem-sucedidos precisamos entender que fazer perguntas deve ser um hábito a ser desenvolvido. Quando enfrentamos um problema é fundamental reconhecer os problemas para os quais não temos respostas e assim tentar descobrir os passos que devemos para resolvê-los, dentre tais perguntas podemos destacar:

 

§  Por que temos este problema?

§  Como resolver este problema?

§  Que passos específicos devem ser tomados para resolver este problema?

 

Todas estas perguntas são fundamentais para uma empresa e para uma boa liderança. Você só terá respostas às perguntas se você as fizer. Se as perguntas forem superficiais, confusas, nebulosas, as respostas não ajudarão muito, porque não seremos capazes direcionar as sábias decisões e focar nas prioridades.

 

Fazer perguntas destrava portas que de outra forma continuariam fechadas e são grandes ferramentas para conectar as pessoas, cultivar humildade, engajar outros na conversa e ajudar a construir melhores ideias. “O fator mais estimulante para pensamentos criativos são as questões com foco correto.” (Brian Tracy)

 

Algumas questões são essenciais:

·      Qual é a grande lição que tenho aprendido?

·      O que estou aprendendo agora?

·      Que fracasso tem conduzido minha vida?

·      Que livro eu deveria ler?

·      O que eu deveria estar fazendo agora?

 

Todas as vezes que fazemos perguntas corretas às pessoas corretas, temos o potencial de descobrir e desenvolver grandes ideias, porque as perguntas podem trazer diferentes perspectivas e mudar a forma como temos feito as coisas. Anthony Robbins afirma: “Perguntas de qualidade criam uma vida de qualidade. Pessoas bem-sucedidas fazem as melhores perguntas e como resultado obtém as melhores respostas.”

 

Dentre as perguntas essenciais descritas por Maxwell encontram-se:

1.   O que eu desejo fazer com minha vida?

2.   Quais planos tenho estabelecido para atingir meu crescimento pessoal?

3.   O que eu poderia fazer para fazer diferença?

4.   O que eu farei com a segunda metade da minha vida?

5.   A mais importante de todas: “Confiarei em Deus por toda minha vida?”

 

Sabemos que muitos não são o que afirmamos ser uma pessoa de fé, mas eu gostaria de lhe dizer que esta foi a coisa mais importante que já fiz em minha vida, quando ainda adolescente, entreguei minha vida a Cristo e quanto mais eu vivo, mais tenho aprendido a confiar nele. A resposta que você dá a Deus pode mudar sua história.


segunda-feira, 13 de junho de 2022

As cem pessoas mais influentes do mundo

 



Todos os anos a Revista Time elege as pessoas consideradas as mais influentes do mundo. Na lista dos grandes em 2022, figuram o nome do príncipe Harry, Britney Spears e Joe Biden e dois brasileiros: O pesquisador Tulio de Oliveira um dos responsáveis por sequenciar a variante ômicron do coronavírus na África do Sul e um dos primeiros a alertar sobre a gravidade da nova cepa, e a ativista Sonia Guajajara, líder indígena e atual coordenadora da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil pela Amazônia. 

A lista da revista Time considera pessoas que representam influência, sem distinguir aspectos positivos ou negativos. As personalidades estão distribuídas em categorias que incluem: artistas, inovadores, titãs, líderes, ícones e pioneiros, “uma comunidade de líderes cuja energia e compromisso, nós esperamos, inspire outras pessoas a entrar em ação também.” Entre elas militantes e empresários personalidades que podem ser consideradas polêmicas e controversas, também foram citadas, entre elas, Vladimir Putin.

Todos os países precisam de modelos e inspiração. Infelizmente nem sempre os influenciadores são de fato heróis ou servem de boa influência. Certa vez, fizemos um programa educativo com um porta voz militar em um dos nossos projetos sociais que recebe alunos de uma comunidade influenciada pelos traficantes. O palestrante se muniu de informações e dados para falar com entusiasmo aos adolescentes sobre os riscos e consequências do envolvimento com drogas, entretanto, eles ficaram muito mais atraídos pelas armas do que a importância de se manterem longe das drogas.

Quais são aqueles que inspiram os jovens nestes dias? Quais são os influencers? Por que fazem tanto sucesso? Nem sempre as bandeiras que eles defendem podem ser consideradas eticamente saudáveis ou positivas para a formação da personalidade. As pessoas querem ouvir as pessoas que dizem aquilo que elas querem ouvir.

Christian Figueiredo, conhecido vlogueiro brasileiro, com 1.5 milhão de seguidores no Youtube sintetizou sua influência da seguinte forma: “Os adolescentes estão em busca de alguém que fale a língua deles.”  Na verdade, a eficácia do conteúdo deve ser vista na perspectiva das novas tecnologias da comunicação e da educação histórica buscando entender como a consciência histórica dos jovens funciona e como interpretam a história. Os sites de comportamentos traçam uma visão própria acerca da comunicação dentro do séc. XXI a partir da subjetividade e críticas aos modelos conservadores de entendimento ou ideologias, questões estas que só poderão ser resolvidas pelo contato cada vez mais íntimo com a nossa própria cultura e história.

É sempre bom ter brasileiros recebendo homenagens tão significativas, mas é importante entender a bandeira, ética e valor que cada um defende e o seu significado dentro da história, comportamento e cultura do Brasil. 


Vulnerabilidade


 

Não é fácil lidar com pessoas vulneráveis. Também é muito pesado lidar com as próprias vulnerabilidades, mas ainda mais difícil é vulnerabilizar-se. Principalmente para aqueles que sempre foram durões, autônomos e independentes, e que sempre achavam que eram capazes de resolver suas lutas sem depender de ninguém. A dinâmica social nos encoraja a sermos homens de ação, proativos. O empreendedorismo é encorajado, a competitividade é louvada. Mas ninguém nos ensina a lidar com a vulnerabilidade dos pais quando ficam idosos, e muito menos com a nossa própria necessidade de depender dos outros.

Por isto, quando surge a fraqueza, o inesperado, a doença e a velhice e precisamos dos outros, nós, que sempre tínhamos as coisas sobre controle e muitas vezes sequer considerávamos as sugestões dos outros, somos profundamente impactados. Como lidar com situações em que nossa voz não é ouvida, e quando, muitas vezes sequer temos voz?

Cuidar e ser cuidado deveria ser algo natural, afinal, o ser humano não é um ser gregário? A realidade da mútua dependência deveria ser espontânea. Deveríamos ter uma clara consciência da vulnerabilidade por causa da natural limitação: somos pó e ao pó voltaremos. Não há espaço para a arrogância. Trazemos em nossos corpos a marca da finitude. Ele tem prazo de validade. Todo orgulho será implacavelmente punido porque não resiste aos testes mais duros da fragilidade. Diante da vulnerabilidade alguns desejam até mesmo a morte, mas ela não vem.

Não é fácil ser vulnerável, deixar-se tocar, ser cuidado. O corpo antes tão elegante e viril, se torna flácido e marcado pelas rugas. Pior ainda: recusa a obedecer aos comandos que o cérebro dá. Ele não caminha mais com desenvoltura, e a própria mente, eventualmente, perde seu vigor: a memória e o raciocínio enfraquecem. Vulneráveis... queremos espantar o medo, nós que fomos tão ousados. Não entendemos a própria tristeza e medo do coração. Como diz Santo Agostinho: “A mente controla o corpo, mas a mente não controla a mente...”

O Salmista indaga: “Por que estás abatida oh minha alma? Por que te perturbas dentro em mim?” É o grito da alma que se espanta com a realidade da fragilidade e da ameaça, seja ela real ou imaginária.

Lidar com a vulnerabilidade é lidar com a essência da humanidade. Somos intrinsecamente frágeis. Não somos capazes de entender uma doença que lenta e vigorosamente invade nosso sistema e nos coloca numa cama, ou que altera toda nossa capacidade de julgar os fatos. Porém, apenas a vulnerabilidade tem o poder de restituir nossa humanidade, destruir a arrogância, enfraquecer a vaidade e o orgulho, dar sensibilidade para lidar corretamente com a vida, e a respeitar a dor do outro, que também experimenta seus limites. Nos torna, acima de tudo, humanos.