Um dos grandes problemas da igreja de Cristo sempre foi o fato de que ela tem um grande número de consumidores e um pequeno número de participantes.
Deixe-me definir o perfil de cada um destes:
O Consumidor é um expectador que se aproxima da igreja como quem vai ao estádio, torce pelo seu time, eventualmente paga o bilhete de entrada, mas não faz parte do time, já que ele não se envolve. Se o show é bom ele aplaude e recompensa os atores, mas se é ruim, vaia e busca um espetáculo melhor. Ele apenas consome. A Igreja é como se fosse um grande supermercado que corresponde ao seu perfil de cliente. Ele avalia e analisa as mercadorias, mas não se entrega. Ele não sente que faz parte daquele grupo.
O Participante não vê a igreja como um programa, mas como uma comunidade da qual faz parte. Ele se sente chamado para o envolvimento com o grupo já que se sente parte dele. Ele se envolve, disponibiliza seus recursos, seu tempo, talentos, energia e criatividade. A vitória do grupo é a sua vitória já que ele é um dos voluntários daquela comunidade. Ele não é alguém que “paga” o salário dos “atores”, mas faz parte do time e se sente responsabilizado por sua vitória.
Como você participa de sua igreja? Como consumidor ou participante?
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terça-feira, 17 de junho de 2008
quinta-feira, 13 de maio de 2004
A Igreja do Século XXI
Na última semana os pastores e alguns líderes de nossa igreja estiveram participando de um Congresso da Sepal, voltado para a reflexão, devoção e ao emprego de novas ferramentas que possam contribuir para o ministério das igrejas locais. Muitos seminários foram propostos, alguns deles interessantes outros nem tanto. Mas de tudo o que ouvimos, alguns pontos ficaram evidentes:
A igreja do Século XXI deve ser contextualizada. Isto é, precisa estar conectada com o momento particular que vive. Ouvimos alguns desafios interessantes do Marcelo Gualberto sobre a juventude em nossos dias, os desafios que enfrentam, as mudanças de paradigmas nas programações e nos eventos e as tendências e questionamentos que normalmente pairam no coração de nossos filhos. Novas abordagens e leituras eclesiais foram feitas e discutiu-se a necessidade de mudança de ênfase e a necessidade de criatividade no ministério, etc. Se a igreja deseja ser relevante em nossos dias, precisa interpretar o Evangelho à luz dos eventos cotidianos;
A igreja do Século XXI precisa investir em liderança emergente – isto é, precisa reciclar os líderes existentes, desafiar pessoas novas a assumir seu lugar no Reino. Palestras como "As sete tentações do líder" do Rev Nélio DaSilva, ressaltaram os desafios e conceitos de liderança presente e deixaram algumas pistas de leitura para o ministério eclesial em nossa geração;
A igreja do Século XXI, precisa ser acolhedora – Numa época de despersonalização e coisificação do ser humano, a receptividade da igreja, o acolhimento aos que chegam e a vida comunitária tornam-se extremamente relevantes. O que vai determinar a dinâmica da igreja, mais e mais, é o envolvimento comunitário e a capacidade de acolhimento. A recepção aos novos, a criação de grupos saudáveis de estudo da Palavra e comunhão torna-se um imperativo!
A igreja do Século XXI, precisa ser generosa – Não pode ser uma comunidade voltada para apenas para seus próprios interesses, mas precisa refletir sobre a sociedade carente, dar resposta de amor/serviço, criar parcerias para abençoar os pobres e os que sofrem em nossa nação. Os membros da igreja precisam aprender a contribuir com alegria para a obra do Senhor, a fim de que a missão possa ser plenamente atingida.
A Igreja do Século XXI, precisa voltar aos fundamentos do Evangelho – Esta foi a temática de todas as mensagens pregadas nas plenárias. O Rev. Tim Keller, pastor Presbiteriano em Nova York enfatizou o poder do Evangelho para nos desafiar ao amor e à compreensão da obra suficiente e plena de Cristo na cruz, e os efeitos que ela traz à nossa natureza humana, e na capacitação para lidar com as sombras emocionais que tão costumeiramente pairam sobre a nossa mente.
Rev. Samuel Vieira
A igreja do Século XXI deve ser contextualizada. Isto é, precisa estar conectada com o momento particular que vive. Ouvimos alguns desafios interessantes do Marcelo Gualberto sobre a juventude em nossos dias, os desafios que enfrentam, as mudanças de paradigmas nas programações e nos eventos e as tendências e questionamentos que normalmente pairam no coração de nossos filhos. Novas abordagens e leituras eclesiais foram feitas e discutiu-se a necessidade de mudança de ênfase e a necessidade de criatividade no ministério, etc. Se a igreja deseja ser relevante em nossos dias, precisa interpretar o Evangelho à luz dos eventos cotidianos;
A igreja do Século XXI precisa investir em liderança emergente – isto é, precisa reciclar os líderes existentes, desafiar pessoas novas a assumir seu lugar no Reino. Palestras como "As sete tentações do líder" do Rev Nélio DaSilva, ressaltaram os desafios e conceitos de liderança presente e deixaram algumas pistas de leitura para o ministério eclesial em nossa geração;
A igreja do Século XXI, precisa ser acolhedora – Numa época de despersonalização e coisificação do ser humano, a receptividade da igreja, o acolhimento aos que chegam e a vida comunitária tornam-se extremamente relevantes. O que vai determinar a dinâmica da igreja, mais e mais, é o envolvimento comunitário e a capacidade de acolhimento. A recepção aos novos, a criação de grupos saudáveis de estudo da Palavra e comunhão torna-se um imperativo!
A igreja do Século XXI, precisa ser generosa – Não pode ser uma comunidade voltada para apenas para seus próprios interesses, mas precisa refletir sobre a sociedade carente, dar resposta de amor/serviço, criar parcerias para abençoar os pobres e os que sofrem em nossa nação. Os membros da igreja precisam aprender a contribuir com alegria para a obra do Senhor, a fim de que a missão possa ser plenamente atingida.
A Igreja do Século XXI, precisa voltar aos fundamentos do Evangelho – Esta foi a temática de todas as mensagens pregadas nas plenárias. O Rev. Tim Keller, pastor Presbiteriano em Nova York enfatizou o poder do Evangelho para nos desafiar ao amor e à compreensão da obra suficiente e plena de Cristo na cruz, e os efeitos que ela traz à nossa natureza humana, e na capacitação para lidar com as sombras emocionais que tão costumeiramente pairam sobre a nossa mente.
Rev. Samuel Vieira
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