Estou publicando este texto, que não é meu, pela sua validade...
Crianças aprendem o que vivenciam
Se uma criança vive com crítica, aprenderá a condenar.
Se uma criança vive com hostilidade, aprenderá a lutar.
Se uma criança vive com vergonha, aprenderá a culpa.
Se uma criança vive com tolerância, aprenderá a ser paciente.
Se uma criança vive sendo ridicularizada, aprenderá a ser tímida.
Se uma criança vive sendo encorajada, aprenderá a ser confiante.
Se uma criança vive com honestidade, aprenderá justiça.
Se uma criança vive com segurança, aprenderá a ter fé.
Se uma criança vive com aprovação, aprenderá a gostar de si mesma.
Se uma criança vive com aceitação, aprenderá amizade.
E aprenderá a achar amor no mundo.
quarta-feira, 26 de maio de 2004
quinta-feira, 13 de maio de 2004
A Igreja do Século XXI
Na última semana os pastores e alguns líderes de nossa igreja estiveram participando de um Congresso da Sepal, voltado para a reflexão, devoção e ao emprego de novas ferramentas que possam contribuir para o ministério das igrejas locais. Muitos seminários foram propostos, alguns deles interessantes outros nem tanto. Mas de tudo o que ouvimos, alguns pontos ficaram evidentes:
A igreja do Século XXI deve ser contextualizada. Isto é, precisa estar conectada com o momento particular que vive. Ouvimos alguns desafios interessantes do Marcelo Gualberto sobre a juventude em nossos dias, os desafios que enfrentam, as mudanças de paradigmas nas programações e nos eventos e as tendências e questionamentos que normalmente pairam no coração de nossos filhos. Novas abordagens e leituras eclesiais foram feitas e discutiu-se a necessidade de mudança de ênfase e a necessidade de criatividade no ministério, etc. Se a igreja deseja ser relevante em nossos dias, precisa interpretar o Evangelho à luz dos eventos cotidianos;
A igreja do Século XXI precisa investir em liderança emergente – isto é, precisa reciclar os líderes existentes, desafiar pessoas novas a assumir seu lugar no Reino. Palestras como "As sete tentações do líder" do Rev Nélio DaSilva, ressaltaram os desafios e conceitos de liderança presente e deixaram algumas pistas de leitura para o ministério eclesial em nossa geração;
A igreja do Século XXI, precisa ser acolhedora – Numa época de despersonalização e coisificação do ser humano, a receptividade da igreja, o acolhimento aos que chegam e a vida comunitária tornam-se extremamente relevantes. O que vai determinar a dinâmica da igreja, mais e mais, é o envolvimento comunitário e a capacidade de acolhimento. A recepção aos novos, a criação de grupos saudáveis de estudo da Palavra e comunhão torna-se um imperativo!
A igreja do Século XXI, precisa ser generosa – Não pode ser uma comunidade voltada para apenas para seus próprios interesses, mas precisa refletir sobre a sociedade carente, dar resposta de amor/serviço, criar parcerias para abençoar os pobres e os que sofrem em nossa nação. Os membros da igreja precisam aprender a contribuir com alegria para a obra do Senhor, a fim de que a missão possa ser plenamente atingida.
A Igreja do Século XXI, precisa voltar aos fundamentos do Evangelho – Esta foi a temática de todas as mensagens pregadas nas plenárias. O Rev. Tim Keller, pastor Presbiteriano em Nova York enfatizou o poder do Evangelho para nos desafiar ao amor e à compreensão da obra suficiente e plena de Cristo na cruz, e os efeitos que ela traz à nossa natureza humana, e na capacitação para lidar com as sombras emocionais que tão costumeiramente pairam sobre a nossa mente.
Rev. Samuel Vieira
A igreja do Século XXI deve ser contextualizada. Isto é, precisa estar conectada com o momento particular que vive. Ouvimos alguns desafios interessantes do Marcelo Gualberto sobre a juventude em nossos dias, os desafios que enfrentam, as mudanças de paradigmas nas programações e nos eventos e as tendências e questionamentos que normalmente pairam no coração de nossos filhos. Novas abordagens e leituras eclesiais foram feitas e discutiu-se a necessidade de mudança de ênfase e a necessidade de criatividade no ministério, etc. Se a igreja deseja ser relevante em nossos dias, precisa interpretar o Evangelho à luz dos eventos cotidianos;
A igreja do Século XXI precisa investir em liderança emergente – isto é, precisa reciclar os líderes existentes, desafiar pessoas novas a assumir seu lugar no Reino. Palestras como "As sete tentações do líder" do Rev Nélio DaSilva, ressaltaram os desafios e conceitos de liderança presente e deixaram algumas pistas de leitura para o ministério eclesial em nossa geração;
A igreja do Século XXI, precisa ser acolhedora – Numa época de despersonalização e coisificação do ser humano, a receptividade da igreja, o acolhimento aos que chegam e a vida comunitária tornam-se extremamente relevantes. O que vai determinar a dinâmica da igreja, mais e mais, é o envolvimento comunitário e a capacidade de acolhimento. A recepção aos novos, a criação de grupos saudáveis de estudo da Palavra e comunhão torna-se um imperativo!
A igreja do Século XXI, precisa ser generosa – Não pode ser uma comunidade voltada para apenas para seus próprios interesses, mas precisa refletir sobre a sociedade carente, dar resposta de amor/serviço, criar parcerias para abençoar os pobres e os que sofrem em nossa nação. Os membros da igreja precisam aprender a contribuir com alegria para a obra do Senhor, a fim de que a missão possa ser plenamente atingida.
A Igreja do Século XXI, precisa voltar aos fundamentos do Evangelho – Esta foi a temática de todas as mensagens pregadas nas plenárias. O Rev. Tim Keller, pastor Presbiteriano em Nova York enfatizou o poder do Evangelho para nos desafiar ao amor e à compreensão da obra suficiente e plena de Cristo na cruz, e os efeitos que ela traz à nossa natureza humana, e na capacitação para lidar com as sombras emocionais que tão costumeiramente pairam sobre a nossa mente.
Rev. Samuel Vieira
quinta-feira, 18 de março de 2004
Era apenas um pombo, podre...
Na semana passada, debaixo de um enorme temporal que por alguns tem sido considerado o maior em 30 anos, ao chegarmos a igreja, percebemos que não tínhamos condições de nos reunir em nosso templo por causa da quantidade de água que caia do telhado. Por causa deste vazamento, parte de nosso forro cedeu, e havia um grande buraco no nosso teto.
Inicialmente ficamos chocados, mas recuperados do choque, nos dirigimos ao Salão Social da Igreja, onde tivemos um culto com um grupo não muito grande de irmãos que, corajosa e intrepidamente, conseguiram chegar para participar do culto e onde fomos grandemente abençoados.
Final de culto, especulações e teorias. O que poderia ter acontecido? Como a chuva ainda continuava, e a água ainda caia do teto, nada podia ser feito. Na segunda feira, já com um dia mais propicio, foi feita a averiguação e descobriu-se que era apenas um pombo, que morto no telhado, bloqueou nossas calhas, impedindo o fluxo da água e causando este grave incidente na nossa igreja.
Um pombo podre...
Pareceu-me uma parábola da vida. Quantas pessoas tiveram sua criatividade, sua vida com Deus, seus relacionamentos pessoais danificados por que sua existência foi bloqueada por alguma coisa podre. Os danos neste caso são sempre enormes e de graves conseqüências.
É um Acã, que resolve esconder sua capa e barras de ouro debaixo da tenda. Um pecado furtivo e acobertado, que trouxe grandes conseqüências para o povo. É a atitude de sacerdotes como Hofni e Finéias que agridem a santidade de Deus com seus pecados praticados dentro do templo, trazendo o juízo de Deus. Poderemos quase que indefinidamente nomear pessoas que na história trouxeram graves conseqüências a si mesmos ou ao seu grupo por causa de coisas podres, corruptas e pecaminosas.
Uma coisa boa, porém, precisa ser citada: Tendo sido retirado o pombo, o problema foi sanado. Quando sai aquilo que está podre, tudo pode ser restaurado. Mais uma vez encontramos um paralelo com a palavra de Deus. "Bem aventurado o homem cuja iniqüidade é perdoada e cujo pecado é coberto" (Sl 32.1). Para que a vida volte à normalidade é necessário que o sangue maravilhoso de Cristo retire nossa podridão, nossa peçonha, nossa iniqüidade. Quando isto acontece, as coisas se restabelecem e somos curados.
Marco 18, 2004
Inicialmente ficamos chocados, mas recuperados do choque, nos dirigimos ao Salão Social da Igreja, onde tivemos um culto com um grupo não muito grande de irmãos que, corajosa e intrepidamente, conseguiram chegar para participar do culto e onde fomos grandemente abençoados.
Final de culto, especulações e teorias. O que poderia ter acontecido? Como a chuva ainda continuava, e a água ainda caia do teto, nada podia ser feito. Na segunda feira, já com um dia mais propicio, foi feita a averiguação e descobriu-se que era apenas um pombo, que morto no telhado, bloqueou nossas calhas, impedindo o fluxo da água e causando este grave incidente na nossa igreja.
Um pombo podre...
Pareceu-me uma parábola da vida. Quantas pessoas tiveram sua criatividade, sua vida com Deus, seus relacionamentos pessoais danificados por que sua existência foi bloqueada por alguma coisa podre. Os danos neste caso são sempre enormes e de graves conseqüências.
É um Acã, que resolve esconder sua capa e barras de ouro debaixo da tenda. Um pecado furtivo e acobertado, que trouxe grandes conseqüências para o povo. É a atitude de sacerdotes como Hofni e Finéias que agridem a santidade de Deus com seus pecados praticados dentro do templo, trazendo o juízo de Deus. Poderemos quase que indefinidamente nomear pessoas que na história trouxeram graves conseqüências a si mesmos ou ao seu grupo por causa de coisas podres, corruptas e pecaminosas.
Uma coisa boa, porém, precisa ser citada: Tendo sido retirado o pombo, o problema foi sanado. Quando sai aquilo que está podre, tudo pode ser restaurado. Mais uma vez encontramos um paralelo com a palavra de Deus. "Bem aventurado o homem cuja iniqüidade é perdoada e cujo pecado é coberto" (Sl 32.1). Para que a vida volte à normalidade é necessário que o sangue maravilhoso de Cristo retire nossa podridão, nossa peçonha, nossa iniqüidade. Quando isto acontece, as coisas se restabelecem e somos curados.
Marco 18, 2004
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2004
Colheitas do pecado
“Naquele tempo, que resultado colhestes?”
Rm 6.21
Carnaval é uma data que preocupa as autoridades brasileiras: aumenta de forma significativa o número de acidentes em trânsito vítimas do alcoolismo e das noites de folia; sobe consideravelmente o número de prisões e ocorrências policiais, e de forma ainda mais dramática, os conflitos familiares e assassinatos tornam-se mais comuns nesta época do ano. Um médico de nossa igreja, que estará de plantão neste carnaval e gostaria de ir ao acampamento, não conseguiu trocar a sua escala porque ninguém o quer substituí-lo durante este tempo do ano.
Estes são os resultados não publicados pelos jornais e programas de televisão. As estatísticas silenciosas de fantasias quebradas e máscaras despedaçadas não são conhecidas, dores e perdas do distanciamento de Deus não são podem ser mensuradas e na maioria das vezes não é conhecida. O convite que se faz no carnaval é para a folia e para a alegria, para a fantasia e para a festa. Os carnavalescos seguem freneticamente os chamados “trem da alegria”, ignorando que muitos deles levam ao precipício e a verdadeiras tragédias. A colheita do carnaval não é tão atraente.
Falando da vida dissoluta que muitos cristãos tiveram antes de conhecerem a graça de Deus e serem resgatados pela ação maravilhosa e eficaz do Espírito Santo em suas vidas, Paulo faz a seguinte pergunta: “Naquele tempo, que resultado colhestes?” Rm 6.21.
Durante o carnaval, esta pergunta deveria gritar dentro de nós. Qual é a colheita do carnaval? Quais os frutos que ficam resultantes deste tipo de folia e frevo?
Paulo responde a esta pergunta afirmando: “somente as coisas de que agora vos envergonhais”. A colheita do carnaval é sinistra, as estatísticas os números falam por si mesmos, mas é na alma que as perdas ainda são mais notórias, que as colheitas são mais amargas.
A Bíblia diz que aquele que semeia para a carne, da carne colherá corrupção, e aquele que semeia para o espírito, do espírito colherá vida eterna. Que diferença entre aquele que semeia para a carne daquele que semeia para o Espírito.
Que neste carnaval nossa semeadura seja para a paz, para Deus, para a verdadeira folia da alma que vem quando Deus se faz presente.
Rm 6.21
Carnaval é uma data que preocupa as autoridades brasileiras: aumenta de forma significativa o número de acidentes em trânsito vítimas do alcoolismo e das noites de folia; sobe consideravelmente o número de prisões e ocorrências policiais, e de forma ainda mais dramática, os conflitos familiares e assassinatos tornam-se mais comuns nesta época do ano. Um médico de nossa igreja, que estará de plantão neste carnaval e gostaria de ir ao acampamento, não conseguiu trocar a sua escala porque ninguém o quer substituí-lo durante este tempo do ano.
Estes são os resultados não publicados pelos jornais e programas de televisão. As estatísticas silenciosas de fantasias quebradas e máscaras despedaçadas não são conhecidas, dores e perdas do distanciamento de Deus não são podem ser mensuradas e na maioria das vezes não é conhecida. O convite que se faz no carnaval é para a folia e para a alegria, para a fantasia e para a festa. Os carnavalescos seguem freneticamente os chamados “trem da alegria”, ignorando que muitos deles levam ao precipício e a verdadeiras tragédias. A colheita do carnaval não é tão atraente.
Falando da vida dissoluta que muitos cristãos tiveram antes de conhecerem a graça de Deus e serem resgatados pela ação maravilhosa e eficaz do Espírito Santo em suas vidas, Paulo faz a seguinte pergunta: “Naquele tempo, que resultado colhestes?” Rm 6.21.
Durante o carnaval, esta pergunta deveria gritar dentro de nós. Qual é a colheita do carnaval? Quais os frutos que ficam resultantes deste tipo de folia e frevo?
Paulo responde a esta pergunta afirmando: “somente as coisas de que agora vos envergonhais”. A colheita do carnaval é sinistra, as estatísticas os números falam por si mesmos, mas é na alma que as perdas ainda são mais notórias, que as colheitas são mais amargas.
A Bíblia diz que aquele que semeia para a carne, da carne colherá corrupção, e aquele que semeia para o espírito, do espírito colherá vida eterna. Que diferença entre aquele que semeia para a carne daquele que semeia para o Espírito.
Que neste carnaval nossa semeadura seja para a paz, para Deus, para a verdadeira folia da alma que vem quando Deus se faz presente.
sábado, 10 de janeiro de 2004
Muita gente anda comigo!
É, nas férias de janeiro de 2004 fomos para um local meio distante, ficamos em Olivença, BA, cerca de 30 Km de Ilhéus, BA. Resolvemos nos isolar do mundo e das pessoas, afinal, estávamos de férias.
Percebi, contudo, quanto era difícil estar só. Além da minha família que veio comigo, descobri que sempre existem pessoas andando com a gente. Encontrei Romero e Eleuza no mesmo local em que estávamos hospedados, encontramos João Inácio e Ranúzia que se hospedaram a poucos quilômetros de nós, todos eles eram velhos amigos que foram encontrados, sem um prévio ajuste ou acerto, as coisas simplesmente aconteceram.
Minhas leituras diárias consistiram basicamente de Isaias o profeta, e de uma ótima leitura de John Grisham, e do tema de preparação para a conferência de Asas de Socorro que estarei ministrando no final de Janeiro em Caldas Novas.
Além das pessoas, contudo, símbolos e significados estavam presentes. Carregava coisas comigo que tinham uma dimensão sacramental, me lembrava amigos e gente querida. Apenas numa mesa de estudos encontrei: A bíblia de estudos que me foi dada pelo caro amigo Wilson de Souza, do Rio, presente de uma viagem em Julho,99. A pasta que organizava meus materiais me lembrava Daniel e Dilma da extinta Dávila Tour, gente amada. A Dilma me doou carinhosamente uma viagem a Israel, presente maravilhoso. O meu plano de leitura bíblica anual foi preparado pelo querido irmão Marcos Dias, que mora em Fall River, MA. A minha agenda foi doada pelo Mounir Filho, presbítero de Anápolis. Todas estas coisas evocam lembranças, gestos, são símbolos da sacralidade de amigos, e isto me fez pensar em quanta gente maravilhosa Deus tem feito passar em nossa vida.
De fato não estou só! Muita gente anda comigo!
Praia de Acuipe, OLIVENÇA, Ba, 2.01.04, 10.30 AM
Percebi, contudo, quanto era difícil estar só. Além da minha família que veio comigo, descobri que sempre existem pessoas andando com a gente. Encontrei Romero e Eleuza no mesmo local em que estávamos hospedados, encontramos João Inácio e Ranúzia que se hospedaram a poucos quilômetros de nós, todos eles eram velhos amigos que foram encontrados, sem um prévio ajuste ou acerto, as coisas simplesmente aconteceram.
Minhas leituras diárias consistiram basicamente de Isaias o profeta, e de uma ótima leitura de John Grisham, e do tema de preparação para a conferência de Asas de Socorro que estarei ministrando no final de Janeiro em Caldas Novas.
Além das pessoas, contudo, símbolos e significados estavam presentes. Carregava coisas comigo que tinham uma dimensão sacramental, me lembrava amigos e gente querida. Apenas numa mesa de estudos encontrei: A bíblia de estudos que me foi dada pelo caro amigo Wilson de Souza, do Rio, presente de uma viagem em Julho,99. A pasta que organizava meus materiais me lembrava Daniel e Dilma da extinta Dávila Tour, gente amada. A Dilma me doou carinhosamente uma viagem a Israel, presente maravilhoso. O meu plano de leitura bíblica anual foi preparado pelo querido irmão Marcos Dias, que mora em Fall River, MA. A minha agenda foi doada pelo Mounir Filho, presbítero de Anápolis. Todas estas coisas evocam lembranças, gestos, são símbolos da sacralidade de amigos, e isto me fez pensar em quanta gente maravilhosa Deus tem feito passar em nossa vida.
De fato não estou só! Muita gente anda comigo!
Praia de Acuipe, OLIVENÇA, Ba, 2.01.04, 10.30 AM
terça-feira, 16 de dezembro de 2003
“Não havia lugar para eles na hospedaria...” Lc 2.7
Assim registra Lucas a hospitalidade que Deus recebeu na terra quando veio habitar entre nós. As pensões estavam lotadas, a cidade agitada. César Augusto decretara que todas as pessoas participassem do senso. Por detrás desta atitude havia um interesse financeiro. Lá, como aqui, o governo estava interessado em recolher mais impostos. Muitas pessoas se escondiam do fisco. Então se criou uma forma original saber quantas pessoas existiam. Todos deveriam se recensear.
Os custos envolvidos neste censo eram enormes. As pessoas tinham que se deslocar de suas casas, indo à sua terra natal. Maria estava grávida, a viagem era desagradável, mas caso não atualizassem o seu “CPF”, não poderiam ser cidadãos plenos, e corriam riscos de sofrerem sanções do Império Romano, que naqueles dias exercia um forte domínio imperialista sobre Israel. Sendo José de Belém, dirigiu-se à sua cidade natal.
De forma lacônica o texto bíblico descreve que “Não havia lugar para eles na hospedaria...” Lc 2.7 Deus estava ali, sofrendo um problema habitacional, já que não era possível encontrar um lugar que pudesse acolhê-lo. As pensões estavam lotadas, a cidade não possuía uma estrutura adequada para receber aqueles que, por força do decreto precisaram viajar.
Este texto é uma parábola de nossos dias. Lá, como aqui, Deus ainda não encontra lugar nas nossas estruturas humanas. Não existe lugar para Ele em nossas festas, na agitação de fim de ano, na nossa ética, na nossa filosofia e, se brincarmos, até mesmo em nossa religiosidade muitas vezes tão vazia e mecânica. A situação é tão dramática que conseguimos celebrar o natal, o aniversário de Jesus, nos esquecendo do aniversariante. Cortamos o bolo sem a presença daquele que deveria ser o centro de nossas atenções. Sua presença tem sido considerada dispensável.
Que em nosso coração e em nossa família possamos dizer neste natal: “Senhor, aqui existe espaço para ti, fica conosco!”
Os custos envolvidos neste censo eram enormes. As pessoas tinham que se deslocar de suas casas, indo à sua terra natal. Maria estava grávida, a viagem era desagradável, mas caso não atualizassem o seu “CPF”, não poderiam ser cidadãos plenos, e corriam riscos de sofrerem sanções do Império Romano, que naqueles dias exercia um forte domínio imperialista sobre Israel. Sendo José de Belém, dirigiu-se à sua cidade natal.
De forma lacônica o texto bíblico descreve que “Não havia lugar para eles na hospedaria...” Lc 2.7 Deus estava ali, sofrendo um problema habitacional, já que não era possível encontrar um lugar que pudesse acolhê-lo. As pensões estavam lotadas, a cidade não possuía uma estrutura adequada para receber aqueles que, por força do decreto precisaram viajar.
Este texto é uma parábola de nossos dias. Lá, como aqui, Deus ainda não encontra lugar nas nossas estruturas humanas. Não existe lugar para Ele em nossas festas, na agitação de fim de ano, na nossa ética, na nossa filosofia e, se brincarmos, até mesmo em nossa religiosidade muitas vezes tão vazia e mecânica. A situação é tão dramática que conseguimos celebrar o natal, o aniversário de Jesus, nos esquecendo do aniversariante. Cortamos o bolo sem a presença daquele que deveria ser o centro de nossas atenções. Sua presença tem sido considerada dispensável.
Que em nosso coração e em nossa família possamos dizer neste natal: “Senhor, aqui existe espaço para ti, fica conosco!”
segunda-feira, 15 de dezembro de 2003
NÃO TE IMPACIENTES!
Parem o relógio!
Este foi um artigo que me chamou atenção na seção my turn, da Newsweek. Era um relato autobiográfico de uma estudante, falando de sua experiência na América. Criada numa família onde as pessoas gostavam de gastar tempo juntas, trocando receitas de bolo, fazendo cuidadosamente as refeições, e agora, fazendo seu PHD avaliava sua vida e percebia que alguma coisa tinha sido perdida.
Fazia de tudo para espichar seu tempo. Dormia tarde, acordava cedo, comia suas refeições sem sequer sentir o gosto delas. Tendo um livro ou um papel do lado para fazer anotações. Não tinha tempo para desenvolver amizades. Sentia-se só e achando a vida sem sentido. Não estava mais encontrando prazer nas coisas. Sentia-se uma autômato, um robô, preparado para efetuar tarefas que fossem cada vez mais precisas e consumissem cada vez menos tempo.
Percebia que não tinha mais tempo para si me para os amigos. Não encontrava hora para descansar, para deitar debaixo da sombra de uma árvore e simplesmente descansar. Seus horários eram cada vez mais confusos: Não tinha horário para dormir e muito menos para acordar. Quanto tempo já fazia que ela não se assentava com alguém, sem ter uma agenda por detrás, sem ser por causa de um compromisso. Simplesmente pelo prazer de fazer as coisas?
Lembrei-me do que diz a Bíblia diz: “Não te impacientes, certamente isto acabará mal”. Vivemos uma época de impaciência. Somos impacientes com a vida, com os outros, com nossos filhos, com nossos amigos. Somos impacientes com Deus… Não temos tempo relaxar e abrir nosso coração para simplesmente ouvir o que Deus tem a nos dizer. Não conseguimos ouvir a voz de Deus e não conseguimos sequer ouvir a nós mesmos. Não conseguimos descansar, Nos tornamos viciados em trabalhar. Nos tornamos máquinas de produção. Estamos ocupados demais para orar, para buscar a Deus, para ouvir amigos, para ouvir estrelas. Esquecemos das velhas palavras do poeta que dizia: “Preciosas são as horas na presença de Jesus, comunhão deliciosa de minha alma com a luz”.
Viramos máquina de produção, não seres de relação. Vamos a igreja ansiosos para que nossa atividade religiosa acabe, temos muita coisa para fazer. Chegamos atrasados e saímos adiantados. Estamos ocupados demais para orar… Nossas orações são mecânicas, superficiais e vazias. Nossa reflexão, quando feita, é formal e quase automática. Não temos tempo para refletir sobre a vida, para namorar. Não somos capazes de meditar… somos seres de ação.
A Bíblia, porém, afirma: “Não te impacientes, certamente isto acabará mal”…
A impaciência nos deixa irritados, rouba de nós a energia e nos torna menos produtivo. A impaciência nos adoece, nos debilita. Mas o pior de tudo: A impaciência destrói nossa alegria de viver!
Várias vezes a Bíblia nos ensina coisas relacionadas a necessidade e a benção de vivermos de forma paciente e segura. Nos ensina a ter paciência nos processos históricos que Deus usa para nos dar as coisas. Que não adianta se desesperar e viver como louco. Nos ensina a depender de Deus.
“Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus” (Sl 46:10 Este texto dá ênfase não está em sermos displicentes e preguiçosos, mas em pormos a confiança no Deus que tudo pode suprir. Você acredita realmente que pode depender do Senhor, da sua provisão? Na verdade temos vivido impacientes, ansiosos...
O maior exemplo de paciência está no Calvário. A Bíblia nos afirma que Jesus suportou “com paciência”, o sofrimento. Naquela cruz, Jesus estava ocupando o meu lugar e o seu lugar. Naquela cruz o Cordeiro de Deus se tornou paciente até a morte, e morte em seu lugar e no meu lugar.
Um conhecido pregador americano, capelão do Senado alguns anos atrás, ficou conhecido na América por causa de suas belíssimas pregações. Seu nome era Peter Marshal. Um dos sermões mais interessantes dele tinha o título: “Pecado no tempo presente!”.
Ele conta a experiência de um pai e seu filho interagindo na vida. Eles eram lavradores e costumavam levar suas colheitas para venderem na cidade num determinado dia da semana. O filho era extremamente agitado, ao passo que o pai era um homem calmo e paciente. Preste atenção na sua narrativa, fiz algumas adaptações apenas contextuais:
Muitos anos atrás, no Japão, havia um rapaz que cultivava um pequeno canto de terra.
Diversas vezes por ano, carregavam o carro de boi com verdura e iam à cidade mais próxima.
A não ser o nome e o pequenino canto de terra, pai e filho tinham muito pouca coisa em comum.
O velho cria em não trabalhar demais...e o filho era ativo.
Certa madrugada carregaram o carro,
Atrelaram o boi, e saíram a caminho.
O jovem calculou que, se acordassem cedo, logo poderiam estar na cidade para vender seus produtos.
Andava ao lado do boi, picando-o com o aguilhão para andar.
“Calma”, dizia o velho. “Você viverá mais”
“Se chegarmos ao mercado antes dos outros”, disse seu filho, “teremos a oportunidade de conseguir melhores preços”.
O velho puxou o chapéu sobre os olhos e pôs-se a dormir no banco.
Seis quilômetros depois, chegaram a uma pequenina casa.
“Cá está a casa de seu tio”, disse o pai. “Vamos parar e dizer bom dia”.
“Já perdemos uma hora”, retrucou o rapaz.
“Então mais alguns minutinhos não farão diferença”, replicou o pai. Meu irmão e eu vivemos tão perto e quase nunca nos vemos”.
O moço se movia impaciente enquanto os dois senhores conversavam e davam boas risadas, tomando o seu chá.
A caminho outra vez, o pai, por sua vez se incumbiu do boi. Um pouco mais adiante, chegaram a uma encruzilhada. O velho tocou o boi à direita.
“O caminho à esquerda é mais curto”, disse o rapaz.
“Eu sei”, disse o velho, mas este é mais bonito.
“Você não faz caso tempo, faz?”, perguntou, impaciente, o jovem.
“Faço muito caso” disse o velho. “É por isso que eu gosto de usá-lo para ver coisas bonitas”.
O caminho a direita passava por florestas e flores do mato. O jovem estava tão ansioso que não reparou quão belo era a natureza.
“Esta é a ultima viagem que faço com o Senhor”, disse zangado o filho.
O senhor se incomoda muito mais com flores de que com ganhar dinheiro”.
“Isso é a coisa mais amável que você me diz há muito tempo” sorriu o velho.
Dois quilometros adiante, encontraram um fazendeiro tentar tirar seu carro de um buraco.
“Vamos ajudá-lo”, disse o pai.
“e perder mais tempo?” explodiu o filho.
“calma” disse o velho. “você poderá cair num buraco também algum dia”.
Quando conseguiram tirar o carro, tinham perdido um tempo precioso, na visão daquele rapaz, eram quase 8 horas da manhã, iam chegar tarde à feira, apesar de terem acordado tão cedo. Iam perder bons negócios...
Repentinamente um som estranho e um risco estranho rasgou o céu. Ouviu-se um trovão, assustador.
Além das montanhas, os céus ficaram negros.
“Parece que vai chover muito na cidade”, disse o velho.
“Se não tivéssemos perdido tempo, teríamos vendido tudo já! resmungou o filho.
“Calma, disse o velho, você viverá mais”.
Quando alcançaram, ainda bem distante, o topo do morro, ficaram perplexos com um o que viram. Por detrás daquele trovão, e daquele barulho, e as nuvens escuras nos céus, viram uma cidade completamente destruída.
Ficaram olhando por longo tempo, nenhum deles falou.
Finalmente o moço que estivera em com tanta pressa disse. “compreendo o que o Senhor quis dizer, papai”.
Viraram o carro e afastaram da cidade que tinha sido Hiroshima[1].
[1] Marshal, Peter – Para todo sempre. São Paulo, C.E.P, 1959. Pg 310-312
Este foi um artigo que me chamou atenção na seção my turn, da Newsweek. Era um relato autobiográfico de uma estudante, falando de sua experiência na América. Criada numa família onde as pessoas gostavam de gastar tempo juntas, trocando receitas de bolo, fazendo cuidadosamente as refeições, e agora, fazendo seu PHD avaliava sua vida e percebia que alguma coisa tinha sido perdida.
Fazia de tudo para espichar seu tempo. Dormia tarde, acordava cedo, comia suas refeições sem sequer sentir o gosto delas. Tendo um livro ou um papel do lado para fazer anotações. Não tinha tempo para desenvolver amizades. Sentia-se só e achando a vida sem sentido. Não estava mais encontrando prazer nas coisas. Sentia-se uma autômato, um robô, preparado para efetuar tarefas que fossem cada vez mais precisas e consumissem cada vez menos tempo.
Percebia que não tinha mais tempo para si me para os amigos. Não encontrava hora para descansar, para deitar debaixo da sombra de uma árvore e simplesmente descansar. Seus horários eram cada vez mais confusos: Não tinha horário para dormir e muito menos para acordar. Quanto tempo já fazia que ela não se assentava com alguém, sem ter uma agenda por detrás, sem ser por causa de um compromisso. Simplesmente pelo prazer de fazer as coisas?
Lembrei-me do que diz a Bíblia diz: “Não te impacientes, certamente isto acabará mal”. Vivemos uma época de impaciência. Somos impacientes com a vida, com os outros, com nossos filhos, com nossos amigos. Somos impacientes com Deus… Não temos tempo relaxar e abrir nosso coração para simplesmente ouvir o que Deus tem a nos dizer. Não conseguimos ouvir a voz de Deus e não conseguimos sequer ouvir a nós mesmos. Não conseguimos descansar, Nos tornamos viciados em trabalhar. Nos tornamos máquinas de produção. Estamos ocupados demais para orar, para buscar a Deus, para ouvir amigos, para ouvir estrelas. Esquecemos das velhas palavras do poeta que dizia: “Preciosas são as horas na presença de Jesus, comunhão deliciosa de minha alma com a luz”.
Viramos máquina de produção, não seres de relação. Vamos a igreja ansiosos para que nossa atividade religiosa acabe, temos muita coisa para fazer. Chegamos atrasados e saímos adiantados. Estamos ocupados demais para orar… Nossas orações são mecânicas, superficiais e vazias. Nossa reflexão, quando feita, é formal e quase automática. Não temos tempo para refletir sobre a vida, para namorar. Não somos capazes de meditar… somos seres de ação.
A Bíblia, porém, afirma: “Não te impacientes, certamente isto acabará mal”…
A impaciência nos deixa irritados, rouba de nós a energia e nos torna menos produtivo. A impaciência nos adoece, nos debilita. Mas o pior de tudo: A impaciência destrói nossa alegria de viver!
Várias vezes a Bíblia nos ensina coisas relacionadas a necessidade e a benção de vivermos de forma paciente e segura. Nos ensina a ter paciência nos processos históricos que Deus usa para nos dar as coisas. Que não adianta se desesperar e viver como louco. Nos ensina a depender de Deus.
“Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus” (Sl 46:10 Este texto dá ênfase não está em sermos displicentes e preguiçosos, mas em pormos a confiança no Deus que tudo pode suprir. Você acredita realmente que pode depender do Senhor, da sua provisão? Na verdade temos vivido impacientes, ansiosos...
O maior exemplo de paciência está no Calvário. A Bíblia nos afirma que Jesus suportou “com paciência”, o sofrimento. Naquela cruz, Jesus estava ocupando o meu lugar e o seu lugar. Naquela cruz o Cordeiro de Deus se tornou paciente até a morte, e morte em seu lugar e no meu lugar.
Um conhecido pregador americano, capelão do Senado alguns anos atrás, ficou conhecido na América por causa de suas belíssimas pregações. Seu nome era Peter Marshal. Um dos sermões mais interessantes dele tinha o título: “Pecado no tempo presente!”.
Ele conta a experiência de um pai e seu filho interagindo na vida. Eles eram lavradores e costumavam levar suas colheitas para venderem na cidade num determinado dia da semana. O filho era extremamente agitado, ao passo que o pai era um homem calmo e paciente. Preste atenção na sua narrativa, fiz algumas adaptações apenas contextuais:
Muitos anos atrás, no Japão, havia um rapaz que cultivava um pequeno canto de terra.
Diversas vezes por ano, carregavam o carro de boi com verdura e iam à cidade mais próxima.
A não ser o nome e o pequenino canto de terra, pai e filho tinham muito pouca coisa em comum.
O velho cria em não trabalhar demais...e o filho era ativo.
Certa madrugada carregaram o carro,
Atrelaram o boi, e saíram a caminho.
O jovem calculou que, se acordassem cedo, logo poderiam estar na cidade para vender seus produtos.
Andava ao lado do boi, picando-o com o aguilhão para andar.
“Calma”, dizia o velho. “Você viverá mais”
“Se chegarmos ao mercado antes dos outros”, disse seu filho, “teremos a oportunidade de conseguir melhores preços”.
O velho puxou o chapéu sobre os olhos e pôs-se a dormir no banco.
Seis quilômetros depois, chegaram a uma pequenina casa.
“Cá está a casa de seu tio”, disse o pai. “Vamos parar e dizer bom dia”.
“Já perdemos uma hora”, retrucou o rapaz.
“Então mais alguns minutinhos não farão diferença”, replicou o pai. Meu irmão e eu vivemos tão perto e quase nunca nos vemos”.
O moço se movia impaciente enquanto os dois senhores conversavam e davam boas risadas, tomando o seu chá.
A caminho outra vez, o pai, por sua vez se incumbiu do boi. Um pouco mais adiante, chegaram a uma encruzilhada. O velho tocou o boi à direita.
“O caminho à esquerda é mais curto”, disse o rapaz.
“Eu sei”, disse o velho, mas este é mais bonito.
“Você não faz caso tempo, faz?”, perguntou, impaciente, o jovem.
“Faço muito caso” disse o velho. “É por isso que eu gosto de usá-lo para ver coisas bonitas”.
O caminho a direita passava por florestas e flores do mato. O jovem estava tão ansioso que não reparou quão belo era a natureza.
“Esta é a ultima viagem que faço com o Senhor”, disse zangado o filho.
O senhor se incomoda muito mais com flores de que com ganhar dinheiro”.
“Isso é a coisa mais amável que você me diz há muito tempo” sorriu o velho.
Dois quilometros adiante, encontraram um fazendeiro tentar tirar seu carro de um buraco.
“Vamos ajudá-lo”, disse o pai.
“e perder mais tempo?” explodiu o filho.
“calma” disse o velho. “você poderá cair num buraco também algum dia”.
Quando conseguiram tirar o carro, tinham perdido um tempo precioso, na visão daquele rapaz, eram quase 8 horas da manhã, iam chegar tarde à feira, apesar de terem acordado tão cedo. Iam perder bons negócios...
Repentinamente um som estranho e um risco estranho rasgou o céu. Ouviu-se um trovão, assustador.
Além das montanhas, os céus ficaram negros.
“Parece que vai chover muito na cidade”, disse o velho.
“Se não tivéssemos perdido tempo, teríamos vendido tudo já! resmungou o filho.
“Calma, disse o velho, você viverá mais”.
Quando alcançaram, ainda bem distante, o topo do morro, ficaram perplexos com um o que viram. Por detrás daquele trovão, e daquele barulho, e as nuvens escuras nos céus, viram uma cidade completamente destruída.
Ficaram olhando por longo tempo, nenhum deles falou.
Finalmente o moço que estivera em com tanta pressa disse. “compreendo o que o Senhor quis dizer, papai”.
Viraram o carro e afastaram da cidade que tinha sido Hiroshima[1].
[1] Marshal, Peter – Para todo sempre. São Paulo, C.E.P, 1959. Pg 310-312
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