quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Geração Pokemon


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Resultado de imagem para imagens pokemon Pokémon é uma série de jogos eletrônicos desenvolvidos pela Game Freak e publicados pela Nintendo, lançado pela primeira vez em 1996 no Japão. A febre do “Pokémon Go” pegou o mundo de assalto. O jogo está instalado em milhões de smartphones Android. No jogo, as criaturas estão espalhadas pelo mundo real para serem capturadas. No processo de captura o jogador abre a câmera do celular e o monstrinho surge na tela, como um desenho no mundo real e para prendê-lo é preciso acertar uma pokébola virtual nele.
Pokémon é a contração de duas palavras em inglês: pocket, que significa bolso; e monster, que significa monstro. Assim, um pokémon é um "monstro de bolso", uma criatura fictícia popular em videogames e desenhos. A maior parte dos pokémons sofre metamorfoses evoluindo para seres mais avançados com uma estética diferente.

Muitos quiseram dar um sentido simbólico ao pokemon, alguns atribuíram forças espirituais e mágicas afirmando que se tratava de coisas demoníacas e rituais de magia negra, mas na verdade, o grande problema não se encontra em qualquer uma destas possibilidades mágicas, e sim, na forma como vivem seus usuários: Existe uma geração de jovens literalmente viciados nestes jogos.

Recentemente ouvi falar de um divórcio no qual uma das causas seria o fato de que o marido, com mais de 30 anos de idade, gastava todo o seu tempo livre jogando pokemon e se esquecia de suas atividades domésticas e responsabilidades. Obviamente outros problemas estavam associados e o casal enfrentava outras dificuldades, mas aquele homem se esqueceu que já tinha idade suficiente para ser pai de um pré adolescente, e decidiu virar o adolescente em casa.

Toda atividade lúdica pode se tornar viciante. Cinéfilos podem se tornar incapazes de fazer outra coisa que não seja assentar-se na frente da televisão e fixar-se nas séries do Netflix. Da mesma forma, o vício em games leva a pessoa a deixar de fazer suas atividades diárias para ficar jogando, o que compromete atividades básicas do cotidiano, como higiene pessoal, alimentação, trabalho, estudos e vida social. Desde janeiro de 2018 este transtorno foi incorporado como doença pelo Catálogo Internacional de Doenças e é tratado por instituições médicas no Brasil e no mundo, já existem muitas clínicas especializadas em pessoas compulsivas em jogos.

A “Geração pokemon” se torna infantilizada e empobrecida em suas relações, trazendo graves distorções na forma como a pessoa gasta seu tempo e investe nas relações sociais. Observe se seus filhos ou familiares, ou mesmo você, não está consumindo tempo exagerado nos games. Desligar o computador, o celular, ou mesmo aplicativos aparentemente inofensivos como whats up, facebook ou instragram pode ajudar, e muito, na saúde emocional.

O Efeito Bolsonaro

Com 55.17% dos votos, Bolsonaro foi eleito o presidente do Brasil. Antes de mais nada, precisamos entender que, por mais bizarro que pareça, o PT é responsável pelo surgimento de um político com ideias da direita radical. Apesar de não concordar com todo o conceito pagão da teoria cíclica de Platão tenho que admitir que o pêndulo facilmente varia de um extremo a outro. Assim se deu no Brasil.
As declarações de Bolsonaro fizeram sentido para uma população que viu, de forma cansativa e repetitiva, os escândalos financeiros patrocinados pela esquerda corrupta (embora a direita também não seja diferente), que optou por se corromper demais e ter ética de menos. Que se manteve no poder fincado no populismo e na capacidade de comprar deputados e senadores quando queria aprovar seus projetos políticos. Deu no que deu...

Além dos absurdos cometidos, colocou-se acima da justiça, esquecendo o que um de seus mais fortes cabos eleitorais já havia advertido: “A lei tem motivos, a lei tem pudor; e inspeta seu próprio inspetor” (Chico Buarque). A justiça encontrou seus paladinos.

A esquerda errou também, por ignorar o fato de que o Brasil é uma nação religiosa com valores e moral conservadora. Algumas bandeiras de minorias, contrárias à educação sexual e valores familiares, apoiada por setores liberais, descambou num paroxismo exacerbante do desconstrucionismo moral, assustando a população. É importante compreender que democracia se constrói não na defesa de um grupo e de uma minoria, mas pela decisão majoritária.

Bolsonaro então, surge como reação, e em muitos casos, como protesto. Agora eleito, certamente precisará assentar-se com a coroa inglesa e ter um pouco de aula de etiqueta para começar a agir como estadista e não como um capitão cheio de bravatas, que pode servir na caserna, mas não para quem se assentará no mais alto posto do governo brasileiro: o Palácio do Planalto.

Caso o futuro presidente não entenda que assim como o PT se tornou seu principal cabo eleitoral pelos desmandos, seu governo, se mal sucedido, tornar-se-á a maior propaganda da esquerda para daqui a quatro anos. A frustração messiânica nas utopias dos seus eleitores, poderá se transformar no combustível para que a esquerda novamente retorne. Então, é melhor governar bem...

Uma das belezas da democracia é o direito de protestar e dizer: “assim não dá!” O voto se torna nossa voz. A alternância de poder é sempre uma realidade. Por isto, a direita precisa parar de ser arrogante, insensível e olhar com misericórdia a dor do pobre, estar atenta à miséria social e à fome, entender as raízes da violência crescente e não apenas tentar resolvê-la com cassetete; ter sensibilidade com a saúde maltrapilha e a educação abandonada pelas elites, caso contrário, daqui a quatro anos, lembraremos novamente de Platão.

Que as bravatas políticas de hoje se transformem em projetos de cuidado pela nação brasileira; que os políticos, sedentos de poder  e ávidos do tráfico de influência compreendam que nenhuma casa se sustenta ancorada na perversidade e na injustiça. Que experimentemos plenamente a benção da cidadania e da justiça, além de interesses pessoais e políticos.

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Distopia


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Um novo gênero de programa de entretenimento tem se tornado quase que virótico nas mídias sociais e no cinema: trata-se da distopia.

Distopia na verdade é a anti-utopia, segundo a Wikipédia, trata-se uma representação ou descrição ficcional de uma organização social cujo valor representa a antítese da utopia ou promove a vivência em uma "utopia negativa". O termo também pode referir-se a um lugar ou estado imaginário em que se vive sob condições de extrema opressão, desespero ou privação. As distopias são geralmente caracterizadas pelo totalitarismo e pelo controle opressivo sobre toda a sociedade. A tecnologia é usada como ferramenta de controle, seja por parte do estado, das instituições ou corporações.

As distopias são frequentemente criadas para denunciar as atuais convenções sociais e limites extrapolados ao máximo. Nesse aspecto, distopias diferem fundamentalmente das utopias, que são sistemas sociais idealizados e sem raízes na sociedade atual, figurando em outra época ou tempo ou após uma grande descontinuidade histórica. Na literatura, famosas distopias foram concebidas por George Orwell (1903-1950) e Aldous Huxley (1894-1963).

As distopias ficcionais possuem algumas características comuns:

1.   Oferecem crítica social e apresentam as simpatias políticas do autor.
2.   Exploram a estupidez coletiva.
3.   O poder é mantido por uma elite.
4.   O Discurso pessimista, raramente "flertando" com a esperança.
5.   Violência banalizada e generalizada.

No mundo moderno, o caminho está aberto para distopias tecnológicas como Black Mirror. A ideia jamais perde o apelo: afinal, como o próprio título da série indica, distopias são espelhos negros, versões corrompidas de futuros que batem na nossa porta. Difícil é não se identificar. E os exemplos seguem em obras como 3%, a série 100 da Netflix, Jogos Vorazes e Maze Runner.

Por que este gênero literário tem se tornado tão atrativo? Ele resulta da falta de esperança desta geração com o futuro. A Primeira e a Segunda Guerra Mundial, e a ascensão de regimes fascistas e comunistas parecem apontar para o pessimismo de que não há realmente futuro para a sociedade humana, o caos se segue à qualquer esperança, ninguém pode apostar no futuro.

A ausência de esperança, porém, tira a perspectiva, os sonhos, as utopias, e lançam a sociedade na competição perigosa e na luta apenas pela sobrevivência, a ética é minimizada, a falta de fé em uma intervenção sobrenatural é desprezada, família perde o sentido, suicídios e abortos se tornam comuns, afinal, como viver sem esperança? 

Jesus entendia muito bem disto, pois ao observar a preocupação dos seus discípulos quanto ao futuro sombrio afirmou: “Não se turbe o vosso coração, crede em Deus, crede também em mim; na casa do meu Pai há muitas moradas”. A esperança é um bálsamo para a alma cansada.

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

É Possível mudar?


Bob Merrit, executivo de uma instituição em White Bear Lake, relatou as lutas pessoais que enfrentou quando chegou à idade de 40 anos, no auge de seu sucesso profissional. “Tinha uma sensação de que algo dentro de mim estava se quebrando, mas não tinha tempo nem energia para enfrentar aquilo. Também temia permitir que qualquer pessoal tivesse acesso à minha alma. Apesar do sucesso empresarial que vinha conquistando, e do respeito profissional adquirido, algumas coisas certamente estavam indo muito mal na sua vida”.
O primeiro sinal aconteceu no seu interior. Ele perdeu a alegria e a energia para fazer as coisas, e isto se refletia no seu mau humor no trato com a família e sua instituição. Os comentários agressivos e as explosões de raiva em direção à esposa, filhos e funcionários se tornaram frequentes. Cada vez ele se tornava mais reativo, pensativo e irritadiço, reagindo com fúria aos menores deslizes e falhas de sua equipe. Em casa, o relacionamento com sua esposa ia mal e seus filhos foram se afastando dele, porque temiam suas constantes explosões de ira.
Emocionalmente esgotado, um dos líderes de sua equipe sugeriu ajuda profissional. Todos reconheciam seus talentos e valor, mas ele precisava ser ajudado emocionalmente. Ao ser avaliado por um competente treinador de líderes, que trabalhava com executivos, ele se disse surpreso em como não havia ainda tido um burnout.
Aos poucos, começou a tratar algumas áreas pessoais, mas subitamente surgiu outro medo: Ele seria capaz de mudar? O seu conselheiro afirmou que a taxa de sucesso era de 40% e os outros 60% continuavam a tropeçar, perdendo sua saúde, empregos e família. Ele teria condições de mudar?
Foi então que ele ouviu falar do segredo para a mudança: “Aqueles que mudam e alcançam outro nível de vida, são aqueles que são humildes o suficiente para receber as críticas e avaliações e levá-las a sério”. A palavra chave, portanto, era humildade. Reconhecer os erros, admitir dificuldades.
Talvez este seja o seu caso. Se está cansado ou confuso, com medo e até um pouco paranoico, se está com raiva ou sentindo sozinho e incompreendido, a pergunta vital é: “sou humilde o suficiente para lidar com minhas sombras, admiti-las e tratá-las? Estou disposto a reconhecer meus erros e enfrentá-los?
Mudanças não acontecem facilmente, mas elas são possíveis com desejo de transformação, disposição interior e novas atitudes. Afinal “melhores atitudes nos levam a maiores altitudes”.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

O árduo exercício da espera



Não é fácil esperar:

O convite que desejamos, o resultado do exame médico quando suspeitamos de alguma enfermidade mais séria, a resposta da empresa depois da entrevista de emprego, o final do jogo de futebol quando nosso time está ganhando. A Bíblia afirma que “a esperança que se adia faz adoecer o coração”.

Somos homens de ação. É mais fácil atropelar processos, tentar fazer as coisas acontecerem, não depender dos outros e muito menos de Deus. O exercício da fé, da paciência, da esperança é muitas vezes um verdadeiro martírio para a alma inquieta e desassossegada, e quase todos nós temos a tendência de agir assim.

Muitas vezes a vida nos convida a esperar, ou, se preferir, nos obriga a esperar, seja o longo tratamento médico a que somos submetidos, a oração desejada que parece não ser atendida. Esperar não é fácil...

Recentemente visitei um empresário e depois de um produtivo e abençoado encontro, sua irmã entrou no escritório e num daqueles momentos entre o café e a água, sem explicar a conexão e o motivo da sua palavra me disse diretamente: “pastor, não tenha pressa. Espere o momento de Deus”.

Fiquei refletindo nisto. Por que, de forma quase mística, ela me fez esta afirmação? Deus estava querendo me dizer algo? Curiosamente estava vivendo naqueles dias um tempo de grande inquietação e senso de urgência, que agitava o meu coração.

Estudando os livros de Neemias e Esdras, observei que quando o rei da Pérsia, autorizou o retorno do povo exilado a Jerusalém, para reconstruir o templo, levantaram-se adversários que enviaram cartas, nos dias de Artaxerxes I, para que suspendesse as obras, acusando o povo de estar conspirando contra o império. Diante desta acusação, a obra foi de fato interrompida.

A Bíblia não registra quanto tempo, mas comentaristas afirmam que foram cerca de 18 anos de interrupção. Imagine um projeto de sua curta vida sendo interrompido por 18 anos... Qualquer um de nós, certamente morreria de impaciência e agonia... Entretanto, a obra voltou a seu curso, com novos agentes históricos, um novo momento e um novo rei e finalmente foi concluída.
Deus tem propósitos, intenções e tempos que não necessariamente são compatíveis com nosso senso de urgência e imediatismo. Ele fará as coisas, no seu tempo.

Muitas vezes oramos, e queremos que as coisas aconteçam imediatamente, contudo Deus possui um relógio que opera em outro diapasão, o tempo de Deus badala de forma diferente.

A espera, muitas vezes, é aparentemente desproposital. Nestas horas pensamos: “Por que Deus demora tanto?”. Porém, no seu tempo, no seu cronograma, Deus executará o seu querer, de acordo com seus planos.

Portanto, espera nEle...

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Tipos de Personalidade




Vários testes de personalidade já surgiram e muitos deles são populares como o 16 PF, Disk, Rorschach. Carl Jung descreveu oito tipos de personalidades a partir do extrovertido/introvertido, temos ainda o conhecido Eneagrama, todos eles tentando, de alguma forma, descrever indivíduos e ajudá-los e perceber seus pontos fortes e fraquezas.

O teste mais respeitado é chamado de “Big Five”. São cinco características que as pessoas costumam ter em maiores quantidades. São elas: extroversão, conscienciosidade, afabilidade, abertura à experiência e neurose.

Extroversão e abertura a novas experiências têm significados claros. Afabilidade leva em conta a forma de interagir e cooperar com outras pessoas. Conscienciosidade mede a autodisciplina, a capacidade de alguém de manter seus próprios impulsos na rédea curta. Por último, vem a neurose, termo que a ciência escolheu para resumir a instabilidade emocional. Os cinco fatores em conjunto, podem chegar a três tipos básicos: os reservados, os autocentrados e os exemplares.

Os reservados são pessoas tipicamente tímidas, que tendem a afabilidade e autodisciplina, mas encontram dificuldade em abertura a novas experiências. Os autocentrados são mais extrovertidos, e tem médias baixas em todo resto. Não se preocupam demais com os outros nem com a própria disciplina e são estáveis emocionalmente.

Os “exemplares” são aquelas que sabem lidar bem com suas próprias emoções, se dão bem com os outros e lidam bem com as frustrações. Nos testes, apresentaram baixos índices de neurose, altos de conscienciosidade, afabilidade, extroversão e abertura a novas experiências.

Recentemente cientistas americanos encontraram uma nova forma de descrever a personalidade humana. Eles analisaram dados de 1,5 milhão de pessoas, o que configura o mais extenso estudo do gênero já feito na história e encontraram um outro tipo. 

O que elas tem de especial? A resposta é: nada. Seria o perfil mediano, “normal”. Muitas pessoas tem níveis de afabilidade, conscienciosidade, extroversão, neurose e abertura à experiências e a grande maioria delas têm níveis parecidos dessas características e desta forma sua pontuação acaba ficando na média.

Ainda que pareça meio sem graça, a realidade é que você pode se enquadrar neste tipo. Você tem tudo para ser uma pessoa comum. Nada mais! Mesmo que você tenha sido um jovem superautocentrado e evoluído ou seja um adulto modelo, na maioria das vezes você é apenas… Mediano. Como (quase) todo mundo.


sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Desigualdade social e violência



É alarmante e assustador a violência no Brasil. De acordo com a OMS, 123 pessoas morrem vítimas de homicídios por armas de fogo todos os dias no Brasil. O Brasil teve no ano passado 59.103 vítimas assassinadas – uma a cada 9 minutos, em média. O dado contabiliza todos os homicídios dolosos, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte, que, juntos, compõem os chamados crimes violentos letais e intencionais. O Brasil mata 207 vezes mais que Alemanha, Áustria, Dinamarca e Polônia e vive uma epidemia de violência, que é um obstáculo para o crescimento econômico.

A riqueza demasiada de um lado e a pobreza demasiada de outro é um dos maiores fatores de violência social. Na verdade a desigualdade já é em si uma violência e um problema que afeta grande parte da população brasileira, embora nos últimos anos ela tenha diminuído. Estatísticas apontam que, nos últimos anos 28 milhões de brasileiros saíram da pobreza absoluta e 36 milhões entraram na classe média, entretanto, estima-se que 16 milhões de pessoas ainda permanecem na pobreza extrema.

O Brasil está entre os dez países com o PIB mais alto, e o oitavo país com o maior índice de desigualdade social e econômica do mundo. As principais causas da desigualdade social são: Falta de acesso à educação de qualidade; política fiscal injusta; baixos salários e dificuldade de acesso aos serviços básicos: saúde, transporte público e saneamento básico.

O professor Leandro Piquet Carneiro, da Faculdade de Ciências Políticas da USP diz que “ao cruzar dados socioeconômicos e criminais foi possível provar que a extrema necessidade pode ser um incentivo ao crime, e Daniel Cerqueira, do IPEA afirma que “o grande combustível da criminalidade é a desigualdade social”.

Quando se fala em segurança, discute-se armamento, aumento do contingente policial, encarceramento, diminuição da idade penal, pena de morte, mas não se discute as causas e a profilaxia. A ausência da inclusão social transforma muitos jovens em presas fáceis para os líderes do tráfico. A violência não vai mudar enquanto as diferenças econômicas forem tão grandes.

A redução de 74% dos assassinatos na década de 90 em Nova York, no Programa tolerância zero deveu-se ao maior rigor da justiça, mas também aos programas sociais e da reestruturação de áreas urbanas.

A injustiça social é resultado de uma construção social perversa. A justiça social é uma das implicações do evangelho e ignorar tal desafio gera grandes dificuldades para a consciência e para o testemunho cristão. Precisamos redobrar esforços para seguir os passos de Jesus, que “andou entre nós fazendo o bem”.