Uma das coisas que o evangelho mais nos mostra é o quanto Jesus orava. Todas as vezes que leio estas passagens que narram as orações de Jesus, tenho aquela pergunta em meu coração: Por que Jesus orava se ele era o próprio Deus?” Responder a esta questão abre toda uma nova compreensão sobre o significado da oração.
1. Jesus orava para alinhar sua visão com o Pai – Isto significa comunhão. Jesus orava para que assim pudesse estar perto de Deus. Nós oramos para conseguir coisas de Deus, como se a oração fosse um segredo para arrancar coisas das mãos do Pai. C.S. Lewis parece ter entendido bem esta dimensão da oração ao afirmar: “Não oro para Deus mudar o seu coração, mas para que meu coração seja mudado”.
2. Jesus orava para fugir da estressante pressão popular. Em Mc 1.37, depois de longa busca os discípulos encontraram Jesus e lhe disseram: “todos te buscam”. E Jesus poderia ter respondido: “Por esta razão, por ser tão requisitado, é que me escondi na oração”.
A verdade é que, quanto mais exigido publicamente, mais teremos que nos esconder das exigências públicas. Bill Hybels escreveu interessante livro: “Muito ocupado para deixar de orar”. Em geral dizemos que estamos deixando de orar por causa das exigências, negócios e solicitações que nos fazem, mas em Jesus vemos o contrário. Ele sabia que as pessoas iriam exigir sua atenção, por isto se refugiava na oração.
Esta tem sido a dimensão mais perdida de nossa vida espiritual. Tentamos transformar Deus num “faz-tudo” particular, e por isto mantemos uma relação de interesse com ele. Jesus, porém, orava por outros motivos.
3. Jesus orava para se capacitar ao ministério – Em Mc 1.38-39, depois de ter sido cobrado de seus discípulos, ele os convida à missão dizendo “para isto vim”. Faz missão depois que ora. Uma atividade não é substituta da outra. Por isto não vemos Jesus orando para expulsar demônio, ele simplesmente exercia sua autoridade recebida da vida de comunhão com o Pai, para exercê-la.
Quanto maior o senso de nossa missão, “para isto vim”, maior será nosso tempo e nossa oração. Na comunhão torna-se claro o que você foi chamado a fazer e não o que o povo espera de você. O que o público exige (demandas e senso de urgência), não é exatamente o que você deve tentar satisfazer.
Jesus parece ter recebido uma “censura velada” dos discípulos quando afirmaram: “todos te buscam”, mas Jesus sabe exatamente o que é importante para sua alma, e prioriza seus valores de forma serena e profunda.
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segunda-feira, 4 de julho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Jesus ameaça mais que Barrabás!
Peter Marshal, Capelão do Congresso americano por várias décadas, homem de grande cultura e piedade, no seu sermão “Cristãos de auditório”, coloca uma pergunta no coração de Barrabás: “Por que Jesus representa uma ameaça maior à sociedade do que eu, que sou um assassino?”
Tentando responder a estas perguntas:
1. Jesus ameaça os líderes inescrupulosos – O Sistema religioso está representado em Mt 26.47. Neste texto lemos que estavam reunidos os principais sacerdotes e os anciãos, portanto, ali estavam os padres e pastores de então. Em Mt 26.57 vemos que estavam reunidos também Caifás, (uma espécie de Bispo), com os escribas (estudiosos e amanuenses da Bíblia) e os fariseus (os religiosos seculares, que eram da ala mais tradicional). Em Mt 26.59 lemos novamente que estavam juntos os principais sacerdotes e todo o Sinédrio. (representantes do Presbitério ou Sínodo do Judaísmo). Por que estas pessoas estão tão ansiosas pela execução de Jesus?
Certamente Jesus incomoda a religiosidade manipulativa e cheirando a mofo, estruturas infiéis, sustentadas por pessoas infiéis, que são marcadas por uma conspiração velada contra o próprio Deus, apesar de se acharem representantes de Deus.
2. Jesus ameaça os políticos inescrupulosos – Ele é colocado diante de Herodes e Pilatos, governadores biônicos que representavam um regime de opressão e exploração. A pergunta que fazem refletem bem seu temor político: “És tu o rei dos judeus?”. Naturalmente Pilatos fica assustado quando Jesus responde: “Tu o dizes!”. Jesus, cujo ministério era voltado para a dor humana, de repente se vê ameaçando César. Políticos amam ser bajulados por religiosos que reforçam estruturas de dominação, mas se sentem ameaçados quando o bem surge de forma tão natural quanto na pessoa de Jesus de Nazaré. O Bem se torna ameaçador e conspirador.
3. Jesus ameaça uma sociedade que gosta de transformar vidas em espetáculos de tragédia – Na crucificação de Cristo, vemos o povo, objeto de manobra e sentimento de massa. É assim que manobras políticas são feitas para grandes passeatas que nada tem de nobre, com causas ainda mais indignas: Marcha pela descriminilização da maconha, causa gay, e recentemente em Brasília, com cerca de 1000 participantes, a Marcha das Vagabundas. Não se trata de marcha a favor da vida, da família, da natureza ou valores éticos. Que grandes bandeiras esta geração tem levantado... Que grandes causas estamos defendendo... Que Deus tenha misericórdia de nós!
Jesus é uma ameaça para todas estas coisas...
Boletim da Igreja Presbiteriana Central de Anapolis
Domingo, 26 de Junho 2011
Tentando responder a estas perguntas:
1. Jesus ameaça os líderes inescrupulosos – O Sistema religioso está representado em Mt 26.47. Neste texto lemos que estavam reunidos os principais sacerdotes e os anciãos, portanto, ali estavam os padres e pastores de então. Em Mt 26.57 vemos que estavam reunidos também Caifás, (uma espécie de Bispo), com os escribas (estudiosos e amanuenses da Bíblia) e os fariseus (os religiosos seculares, que eram da ala mais tradicional). Em Mt 26.59 lemos novamente que estavam juntos os principais sacerdotes e todo o Sinédrio. (representantes do Presbitério ou Sínodo do Judaísmo). Por que estas pessoas estão tão ansiosas pela execução de Jesus?
Certamente Jesus incomoda a religiosidade manipulativa e cheirando a mofo, estruturas infiéis, sustentadas por pessoas infiéis, que são marcadas por uma conspiração velada contra o próprio Deus, apesar de se acharem representantes de Deus.
2. Jesus ameaça os políticos inescrupulosos – Ele é colocado diante de Herodes e Pilatos, governadores biônicos que representavam um regime de opressão e exploração. A pergunta que fazem refletem bem seu temor político: “És tu o rei dos judeus?”. Naturalmente Pilatos fica assustado quando Jesus responde: “Tu o dizes!”. Jesus, cujo ministério era voltado para a dor humana, de repente se vê ameaçando César. Políticos amam ser bajulados por religiosos que reforçam estruturas de dominação, mas se sentem ameaçados quando o bem surge de forma tão natural quanto na pessoa de Jesus de Nazaré. O Bem se torna ameaçador e conspirador.
3. Jesus ameaça uma sociedade que gosta de transformar vidas em espetáculos de tragédia – Na crucificação de Cristo, vemos o povo, objeto de manobra e sentimento de massa. É assim que manobras políticas são feitas para grandes passeatas que nada tem de nobre, com causas ainda mais indignas: Marcha pela descriminilização da maconha, causa gay, e recentemente em Brasília, com cerca de 1000 participantes, a Marcha das Vagabundas. Não se trata de marcha a favor da vida, da família, da natureza ou valores éticos. Que grandes bandeiras esta geração tem levantado... Que grandes causas estamos defendendo... Que Deus tenha misericórdia de nós!
Jesus é uma ameaça para todas estas coisas...
Boletim da Igreja Presbiteriana Central de Anapolis
Domingo, 26 de Junho 2011
terça-feira, 14 de outubro de 2003
JESUS PODE AJUDAR?
Certo pastor andava com um irônico fabricante de sabão
que ridicularizava, sempre que possível, o pastor e sua
mensagem. Ao passar próximo a uma pessoa drogada, o
fabricante de sabão falou: "Você não afirmou que Jesus
pode resolver qualquer problema, porque não resolve o
deste rapaz?". Ao se defrontar com uma pessoa caída
na sarjeta, novamente zombou do pastor dizendo: "Por que
Jesus também não é capaz de resolver o problema desta
pessoa?".
Logo a seguir, encontraram um grupo de crianças que
brincava no meio do pó, e estava muito sujo. O Pastor
perguntou ao fabricante de sabão: "Por que as pessoas
ainda estão sujas se o sabão pode limpá-las?". O homem
respondeu: "O sabão só funciona quando aplicado".
O pastor aproveitou e disse: "A mesma coisa se dá com o
poder de Deus. Ele é suficiente para todos e para qualquer
condição do fracasso humano. Por maior que seja o pecado
o sangue de Jesus purifica. Por pior que seja a situação,
Deus muda! Mas é necessário que ele seja aplicado à
vida da pessoa. Embora seja suficiente para todos, só é
eficiente (gera resultados) em alguns que usam deste poder".
A Bíblia nos diz que "Ainda que nossos pecados são
como a escarlate, eles se tornarão brancos como a neve"
Is. 1:18. Jesus ao olhar para o povo de Jerusalém, cheio de
amarguras e pecados afirma: "Quantas vezes quis eu reunir
os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos
debaixo das asas, e vós não o quisestes!"Mt.23:37
Deus tem um amor imenso por nós, tem uma misericórdia
sem limites para nos perdoar, mas ainda insistimos em viver
com a culpa de nossos pecados de outrora, a pedir o perdão
de Deus e desfrutar de sua graça. Vivemos sujos quando Jesus,
lá na cruz, ao derramar o seu sangue, nos purificou de toda a
injustiça. Podemos estar livres, mas insistimos em viver cativos!
que ridicularizava, sempre que possível, o pastor e sua
mensagem. Ao passar próximo a uma pessoa drogada, o
fabricante de sabão falou: "Você não afirmou que Jesus
pode resolver qualquer problema, porque não resolve o
deste rapaz?". Ao se defrontar com uma pessoa caída
na sarjeta, novamente zombou do pastor dizendo: "Por que
Jesus também não é capaz de resolver o problema desta
pessoa?".
Logo a seguir, encontraram um grupo de crianças que
brincava no meio do pó, e estava muito sujo. O Pastor
perguntou ao fabricante de sabão: "Por que as pessoas
ainda estão sujas se o sabão pode limpá-las?". O homem
respondeu: "O sabão só funciona quando aplicado".
O pastor aproveitou e disse: "A mesma coisa se dá com o
poder de Deus. Ele é suficiente para todos e para qualquer
condição do fracasso humano. Por maior que seja o pecado
o sangue de Jesus purifica. Por pior que seja a situação,
Deus muda! Mas é necessário que ele seja aplicado à
vida da pessoa. Embora seja suficiente para todos, só é
eficiente (gera resultados) em alguns que usam deste poder".
A Bíblia nos diz que "Ainda que nossos pecados são
como a escarlate, eles se tornarão brancos como a neve"
Is. 1:18. Jesus ao olhar para o povo de Jerusalém, cheio de
amarguras e pecados afirma: "Quantas vezes quis eu reunir
os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos
debaixo das asas, e vós não o quisestes!"Mt.23:37
Deus tem um amor imenso por nós, tem uma misericórdia
sem limites para nos perdoar, mas ainda insistimos em viver
com a culpa de nossos pecados de outrora, a pedir o perdão
de Deus e desfrutar de sua graça. Vivemos sujos quando Jesus,
lá na cruz, ao derramar o seu sangue, nos purificou de toda a
injustiça. Podemos estar livres, mas insistimos em viver cativos!
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